Sérgio Cabral, Júlio Lopes,
Carlos Osório e Luiz Fernando Pezão foram notificados e têm 30 dias para se
explicarem. Obra custou R$ 2,3 bilhões a mais.
O Tribunal de Contas do Rio
divulgou na quinta-feira (24) um relatório que aponta superfaturamento na Linha
4 do metrô. Depois do Maracanã, do Arco Metropolitano e do PAC das Favelas,
outra obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro pode ter custado mais do que
deveria aos cofres públicos.
A Linha 4 custou R$ 8,4 bilhões, o que significaria 21 vezes mais do que o orçamento inicial. O relatório, aprovado no tribunal de contas, revela que a obra teve sobre preço e superfaturamento de mais de R$ 2,3 bilhões.
Os conselheiros do TCE notificaram Sérgio Cabral, os ex-secretários de transportes do estado - Júlio Lopes e Carlos Osório e o governador Luiz Fernando Pezão. Eles terão 30 dias para explicar porque não foi feita uma nova licitação para a obra que mudou de traçado em relação ao projeto inicial, de 1998. Além disso, eles assinaram aditivos ao contrato inicial autorizando os gastos adicionais.
Também foram convocados diretores e engenheiros da Rio-trilhos e das construtoras do consórcio Rio-Barra, que executou a obra. Eles poderão pagar multas que chegam a R$ 5,5 milhões se não apresentarem defesa.
O Tribunal de Contas do Estado quer que os cofres públicos sejam ressarcidos do que, segundo o relatório, foi gasto a mais na obra na Linha 4. O TCE determinou que a secretaria estadual de Fazenda bloqueie o dinheiro que ainda tem que pagar ao consórcio. O bloqueio é de até R$ 1,2 bilhão. Esse valor é parte do que, segundo o TCE, o contribuinte pagou pelo superfaturamento na Linha 4.
A Linha 4 custou R$ 8,4 bilhões, o que significaria 21 vezes mais do que o orçamento inicial. O relatório, aprovado no tribunal de contas, revela que a obra teve sobre preço e superfaturamento de mais de R$ 2,3 bilhões.
Os conselheiros do TCE notificaram Sérgio Cabral, os ex-secretários de transportes do estado - Júlio Lopes e Carlos Osório e o governador Luiz Fernando Pezão. Eles terão 30 dias para explicar porque não foi feita uma nova licitação para a obra que mudou de traçado em relação ao projeto inicial, de 1998. Além disso, eles assinaram aditivos ao contrato inicial autorizando os gastos adicionais.
Também foram convocados diretores e engenheiros da Rio-trilhos e das construtoras do consórcio Rio-Barra, que executou a obra. Eles poderão pagar multas que chegam a R$ 5,5 milhões se não apresentarem defesa.
O Tribunal de Contas do Estado quer que os cofres públicos sejam ressarcidos do que, segundo o relatório, foi gasto a mais na obra na Linha 4. O TCE determinou que a secretaria estadual de Fazenda bloqueie o dinheiro que ainda tem que pagar ao consórcio. O bloqueio é de até R$ 1,2 bilhão. Esse valor é parte do que, segundo o TCE, o contribuinte pagou pelo superfaturamento na Linha 4.

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