Além dos indícios de que os
investigados estariam tentando destruir provas e esconder recursos ilícitos, a
grave crise econômica do Rio de Janeiro sensibilizou o juiz Sergio Moro na hora
de ele assinar os mandados de prisão contra o ex-governador Sergio Cabral e
seus ex-assessores na 37ª fase da Operação Lava Jato. No despacho, Moro afirmou
que seria uma “afronta” deixar em liberdade os investigados usufruindo do
“produto milionário de seus crimes”, enquanto a população do Rio sofre com a
“notória situação de ruína das contas públicas”. “Por conta de gestão
governamental aparentemente comprometida por corrupção e inépcia, impõe-se à
população daquele Estado tamanhos sacrifícios, com aumentos de tributos e corte
de salários e de investimentos públicos e sociais. Uma versão criminosa de
governantes ricos e governados pobres”, escreveu o juiz que conduz a Lava Jato
em primeira instância em Curitiba. Aliado de Cabral, o governador Luiz Fernando
Pezão (PMDB) enfrenta dificuldades para aprovar na Assembleia Legislativa um
pacote de arrocho para reequilibrar as finanças do Estado. Nesta quarta-feira,
pela segunda vez em menos de um mês, o centro do Rio virou palco de confrontos
entre o Batalhão de Choque da Polícia Militar e servidores públicos de
diferentes áreas que protestavam contra as medidas.Diante da crise no Rio, deixar Cabral solto seria uma afronta, diz Sergio Moro
Além dos indícios de que os
investigados estariam tentando destruir provas e esconder recursos ilícitos, a
grave crise econômica do Rio de Janeiro sensibilizou o juiz Sergio Moro na hora
de ele assinar os mandados de prisão contra o ex-governador Sergio Cabral e
seus ex-assessores na 37ª fase da Operação Lava Jato. No despacho, Moro afirmou
que seria uma “afronta” deixar em liberdade os investigados usufruindo do
“produto milionário de seus crimes”, enquanto a população do Rio sofre com a
“notória situação de ruína das contas públicas”. “Por conta de gestão
governamental aparentemente comprometida por corrupção e inépcia, impõe-se à
população daquele Estado tamanhos sacrifícios, com aumentos de tributos e corte
de salários e de investimentos públicos e sociais. Uma versão criminosa de
governantes ricos e governados pobres”, escreveu o juiz que conduz a Lava Jato
em primeira instância em Curitiba. Aliado de Cabral, o governador Luiz Fernando
Pezão (PMDB) enfrenta dificuldades para aprovar na Assembleia Legislativa um
pacote de arrocho para reequilibrar as finanças do Estado. Nesta quarta-feira,
pela segunda vez em menos de um mês, o centro do Rio virou palco de confrontos
entre o Batalhão de Choque da Polícia Militar e servidores públicos de
diferentes áreas que protestavam contra as medidas.
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