Cinco opositores são libertados após início de diálogo na Venezuela | Rio das Ostras Jornal

Cinco opositores são libertados após início de diálogo na Venezuela

Governo e oposicionistas discutem crise e a tensão política no país. Primeira reunião aconteceu domingo (30), em Caracas.
Líderes da oposição da Venezuela informaram, nesta segunda-feira (31), a libertação de cinco representantes do antichavismo, fato que acontece um dia após o início do diálogo entre governo e opositores.
 Segundo o prefeito do município de Sucre, o opositor Carlos Ocariz, divulgou em seu Twitter, que os libertados foram Carlos Melo, líder do partido Avançada Progressista; Andrés Moreno e Marco Trejo, assessores políticos da coalizão opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD).
Posteriormente, o secretário-executivo da MUD, Jesús Torrealba, disse utilizando o Twitter, que também tinham sido libertados Ángel Coromoto Rodríguez, chefe de segurança do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, e Andrés Leon, que estava em prisão domiciliar.
Melo foi preso no final de agosto, na véspera de um grande marcha contra o governo, em Caracas, pois ele possuía alguns artefatos explosivos, de acordo com a promotoria.
Posteriormente, veículos de imprensa locais informaram que o opositor tinha recebido medida substitutiva de liberdade no início de setembro, mas permaneceu em uma cela na sede do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin), de caráter policial.
Por sua parte, Moreno e Trejo foram presos e acusados de "danificar a moral das Forças Armadas" para produzir um vídeo financiado pelo partido Primeiro Justiça.
Por conta deste caso, foram detidas outras duas pessoas que seguem na prisão.
A MUD tinha denunciado que Coromoto Rodríguez, de idade avançada, perdeu aproximadamente 40 quilos durante dois meses de detenção devido a uma doença, por isso que solicitaram uma medida humanitária em seu favor.
Leon, por sua parte, esteve detido por 415 dias e recebeu o benefício da prisão domiciliar em junho do ano passado, depois de realizar uma greve de fome dentro de uma cela na polícia do estado de Carabobo.

Um grupo de representantes do governo venezuelano e da MUD realizaram no último domingo (30) um primeiro encontro formal de diálogo para buscar soluções para a crise e a tensão política que atravessa o país.
Da EFE

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