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Apesar da
pechincha, as regras são muito rígidas, o que dificulta
a compra por
estrangeiros. Os apartamentos só podem ser vendidos
para alguém
com documento de residência na ilha.
(Veja.com)
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Mercado imobiliário da ilha
comunista espera que, com a morte do ditador, seu irmão Raúl amplie a liberdade
de negócios nesse setor da economia
Os corretores de imóveis que
passam o dia na Avenida Paseo de Martí, conhecida como Prado, em Havana,
esperam que a morte de Fidel Castro leve seu irmão e sucessor Raúl a abrir mais
a economia e incentivar os negócios.
Desde 2011, a compra e a venda de
imóveis foi facilitada para os cubanos. Um apartamento de dois quartos sai por
15 000 cucs, a moeda conversível para turistas que quase equivale ao dólar.
Em moeda brasileira, o montante daria cerca de 50 000 reais.
Apesar da pechincha, as regras são
muito rígidas, o que dificulta a compra por estrangeiros. Os apartamentos só
podem ser vendidos para alguém com documento de residência na ilha.
Os corretores se oferecem para resolver
isso com um casamento arrumado. Por mais 4 000 cucs (14 000 reais), eles
encontram uma cubana disposta a subir ao altar.
Depois da cerimônia, eles calculam
que o documento de residência chegue em três meses. Então, o estrangeiro, agora
meio-cubano, já poderia separar-se e tocar a vida normalmente.
As amarras burocráticas,
obviamente, fazem com que os negócios não prosperem como o esperado.
“Agora que Fidel morreu, Raúl vai
poder fazer o que bem entender e abrir mais a economia”, diz um dos corretores
no Prado.
Outro corretor, quando
entrevistado por uma finlandesa com câmera de vídeo na mão, teceu vários
elogios ao ditador falecido: “Fidel ajudou Cuba a dar um salto. Ele tinha um
plano na cabeça. Agora, estamos todos muito tristes com sua morte”, disse ele
para a estrangeira.
Veja.com

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