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| Reprodução Rede Globo |
Ele usava registro profissional de
médico com nome parecido. Suspeito, que chegou a ganhar salário de R$ 12 mil, já era reincidente.
A polícia prendeu um
suspeito de ser falso médico em uma Clínica da Família de Barros Filho, na Zona
Norte do Rio. Ele usava registro profissional de outra pessoa. Um detalhe no
sobrenome foi suficiente para montar a farsa. Diego Tadeu de Abreu, de 31 anos,
usava o número do registro do Conselho Federal de Medicina de um médico que tem
o nome parecido com o dele. O médico verdadeiro se chama Diego Tadeu Mendes
D'Abreu Campos.
O falso médico foi contratado, há
mais ou menos 15 dias, pela ONG Viva Rio, responsável por administrar algumas
Clínicas da Família e Upas do estado e do município. A ONG disse que, depois de
contratar Diego Tadeu de Abreu, enviou os documentos dele para um sistema de
cadastro de profissionais de saúde, o Cnes.
Só que na hora de validar a
documentação, o sistema percebeu a diferença. Um funcionário da Viva Rio entrou
em contato com o médico verdadeiro, que contou que já estava desconfiado de que
alguém usava o número do registro de forma ilegal.
A Viva Rio denunciou o caso na 17ª
DP (São Cristóvão). Diego Tadeu de Abreu foi preso em flagrante, na noite de
quarta-feira (4), quando ia receber o pagamento.
Vídeos foram feitos por policiais disfarçados momentos antes da prisão. O falso médico trabalhou em vários lugares do Rio desde o ano passado e chegou a ganhar um salário de R$ 12 mil. Ele vai responder por estelionato e exercício ilegal da medicina. E pode pegar até sete anos de prisão. Ele é reincidente. Já estava sendo investigado pela 22ª DP (Penha) pelos mesmos crimes.
Vídeos foram feitos por policiais disfarçados momentos antes da prisão. O falso médico trabalhou em vários lugares do Rio desde o ano passado e chegou a ganhar um salário de R$ 12 mil. Ele vai responder por estelionato e exercício ilegal da medicina. E pode pegar até sete anos de prisão. Ele é reincidente. Já estava sendo investigado pela 22ª DP (Penha) pelos mesmos crimes.
Todos os pacientes que foram
atendidos por ele na Clínica da Família de Barros Filho vão ser reavaliados. A
ONG informou que o falso médico não chegou a prescrever medicação para nenhum
paciente enquanto trabalhou na Clínica da Família.
Do G1 Rio

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