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Ruy Garcia
Marques assumiu a UERJ nesta terça-feira (23)
(Foto:
Fernanda Rouvenat/G1)
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Maior parte das dívidas é com
empresas terceirizadas. "Já começou a chegar o dinheiro', afirma Ruy
Garcia Marques.
A crise do Estado do Rio também
afetou a Universidade Estadual do Rio e o pagamento de seus serviços em 2015.
Segundo o novo reitor da UERJ, Ruy Garcia Marques, a maior parte da dívida é
com empresas terceirizadas de manutenção, vigilância e que prestam serviços de
alimentação à universidade.
"Não é uma dívida, são restos a pagar que ficaram de 2015, deve estar entre R$ 60, 70 milhões. A ideia é que tenhamos um calendário que se desenrole a partir de março, para que se pague, ao mesmo tempo, o mês vigente e o mês anterior", afirma.
O orçamento da universidade, segundo o reitor, é de aproximadamente R$ 1,1 bilhão. A maior parte do orçamento vem do Tesouro do Estado. "Já começou a chegar este dinheiro, de forma timida mas está chegando. Temos que pagar coisas relativas a 2015, até para que possamos agir para 2016", avalia.
"Não é uma dívida, são restos a pagar que ficaram de 2015, deve estar entre R$ 60, 70 milhões. A ideia é que tenhamos um calendário que se desenrole a partir de março, para que se pague, ao mesmo tempo, o mês vigente e o mês anterior", afirma.
O orçamento da universidade, segundo o reitor, é de aproximadamente R$ 1,1 bilhão. A maior parte do orçamento vem do Tesouro do Estado. "Já começou a chegar este dinheiro, de forma timida mas está chegando. Temos que pagar coisas relativas a 2015, até para que possamos agir para 2016", avalia.

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