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Hugo Gonçalves, superintendente da Comsercaf,
está entre os presos (Foto: Reprodução Facebook) |
Hugo Jorge Gonçalves tem cargo de
confiança na Prefeitura de Cabo Frio. Outras 10 pessoas foram presas na operação nesta sexta-feira (19).
O Superintendente da Companhia de Serviços
Públicos de Cabo Frio (Comsercaf) em Tamoios, 2º distrito, está entre os 11
presos da Operação Ali Babá na manhã desta sexta-feira (19). A ação investiga,
desde 2014, um esquema de roubos, receptações e desmanche de carros na Região
dos Lagos do Rio. As investigações começaram após um latrocínio que aconteceu em 2014, na rodovia RJ-124, a Via Lagos.
A operação, que conta com 85
agentes e 25 viaturas, foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate
ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), a
Coordenadoria de Inteligência da Polícia Militar, a Polícia Civil e a Polícia
Federal na manhã desta sexta-feira (19) em Cabo Frio.
De acordo com as investigações do
MP, Hugo Jorge de Almeida Gonçalves é apontado como o líder da quadrilha, que
atuava em diversas cidades do Rio, entre elas, Campos dos Goytacazes, Macaé,
Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia e Cabo Frio.
Os presos são suspeitos dos crimes
de organização criminosa, latrocínio, roubo, peculato e adulteração de sinal de
veículo automotor. A operação aconteceu simultaneamente em bairros de Cabo Frio
e do 2º distrito, Tamoios, além de cidades da Baixada Fluminense. Também foram
cumpridos mandados de busca e apreensão. As polícias Federal e Civil ainda não
divulgaram o que foi apreendido.
O G1 entrou em contato com a Polícia Federal e a Polícia Civil
e aguarda mais informações sobre os outros presos. A Prefeitura de Cabo Frio
não enviou nenhum posicionamento sobre a prisão do presidente da Consercaf até
o momento.
Ações da quadrilha
De acordo com o Ministério Público, os presos pela operação são envolvidos com roubos e furtos de veículos e caminhões. As peças eram vendidas para receptadores em Campos dos Goytacazes. Ainda segundo a denúncia, a quadrilha era conhecida por usar armas e fazer ameaças. Entre as atividades do grupo também estariam roubos a casas lotéricas e homicídios encomendados.
De acordo com o Ministério Público, os presos pela operação são envolvidos com roubos e furtos de veículos e caminhões. As peças eram vendidas para receptadores em Campos dos Goytacazes. Ainda segundo a denúncia, a quadrilha era conhecida por usar armas e fazer ameaças. Entre as atividades do grupo também estariam roubos a casas lotéricas e homicídios encomendados.
Início das investigações
As investigações tiveram início a partir de um latrocínio cometido em julho de 2014, na Via Lagos. Dois policiais militares transportavam R$ 6 milhões, a serviço da Trans Expert Vigilância, a bordo de um Toyota Corolla, quando foram abordados a tiros de fuzil disparados por membros da quadrilha.
As investigações tiveram início a partir de um latrocínio cometido em julho de 2014, na Via Lagos. Dois policiais militares transportavam R$ 6 milhões, a serviço da Trans Expert Vigilância, a bordo de um Toyota Corolla, quando foram abordados a tiros de fuzil disparados por membros da quadrilha.
Valério Albuquerque Mello Filho,
que dirigia o veículo, morreu. O outro PM se jogou do carro em movimento e
escondeu-se no mato, escapando dos disparos. Do total transportado, R$ 4
milhões foram roubados.

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