Dupla diagnosticada com virose
havia tomado voo do Haiti para Sydney. Presença de Aedes ainda não seria capaz
de causar epidemia, diz governo.
Dois australianos foram
diagnosticados com zika vírus após voltarem de viagem ao Caribe, informou o
serviço estatal de saúde nesta terça-feira (2), constituindo os primeiros casos
do vírus neste ano no país.
Autoridades também disseram que
mosquitos portadores do vírus foram encontrados no Aeroporto Internacional de
Sydney, mas afirmam que é pouco provável que o vírus se instale no país.
A confirmação dos casos
australianos ocorreu um dia após a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar
que o zika vírus é uma emergência internacional de saúde pública. A presença do
patógeno está correlacionada com casos de microcefalia. Não há vacina ou
tratamento contra o vírus.
O departamento de saúde de Nova
Gales do Sul informou que os dois moradores de Sydney diagnosticados com zika
vírus haviam tomado um voo do Haiti para Austrália. O relatório não informou
por quais outras ilhas do Caribe a dupla havia passado.
Diagnósticos formais podem levar
diversas semanas e o departamento não informou quando os australianos foram
testados.
"É pouco provável que o Zika
vírus venha a estabelecer transmissões locais em Nova Gales do Sul, já que que
mosquitos que transmitem a infecção não são estabelecidos aqui --embora tenham
sido encontrados em algumas partes ao norte de Queensland", disse em
comunicado Vicky Sheppeard, diretora de doenças transmissíveis no departamento
de saúde de Nova Gales do Sul.
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