Delegado da DRF afirma que homem
confessou participação no esquema. Marcus Eduardo Gentil ganhava entre R$ 3 mil
e R$ 5 mil por golpe.
O homem de 53 anos que foi preso
nesta sexta-feira (20) no Subúrbio do Rio, acusado de peculato e formação de
quadrilha em um esquema de fraude que teria desviado R$ 2,6 milhões no INSS,
era foragido da Justiça Federal Federal por peculato e formação de quadrilha. A
informação é do delegado Márcio Braga, titular da Delegacia de Roubos e Furtos
(DRF).
Segundo ele, Marcus Eduardo Gentil
Guedes teria, informalmente, confessado a participação no esquema. “Ele disse
que era o chefe no Quitungo. Há outros foragidos que participavam desse
esquema”, afirmou o delegado ao G1. A DRF irá atrás de outros foragidos nos
próximos dias.
Segundo Márcio Braga, o homem sabia que o
pagamento do benefício era indevido, e ganhava entre R$ 3 mil e R$ 5 mil por
golpe. O total do dinheiro desviado chega a mais de R$ 2 milhões.
“No posto, por exemplo, chegava um
cara dizendo que era procurador de uma pessoa morta, e eles davam o benefício.
Só que esse “procurador” não era nada da pessoa”, explicou o delegado. Os
policiais encontraram o suspeito na oficina mecânica dele em Botafogo, Zona Sul
do Rio, que não resistiu. Marcos deve ser condenado a até 13 anos de prisão.
O G1 tentou contato com
representantes de Marcus Eduardo, mas não obteve resposta até a última
atualização desta reportagem.

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