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Mercado de Peixes é o principal ponto de desembarque da cidade
(Fotos: Angel Morote e Rui Porto Filho)
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Macaé está entre
os dez municípios de maior produção pesqueira do Estado do Rio de Janeiro.
Foram capturados 497.149,1 quilos de pescado no ano de 2015, o que gerou cerca
de R$ 2 milhões para a economia local. O resultado foi baseado por meio de
pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro
(Fiperj), em parceria com a prefeitura. O monitoramento coletou informações no
principal ponto de desembarque da cidade, o cais do Mercado de Peixes. Entre as
espécies mais desembarcadas estão o goete (74.652,6 kg), o dourado (61.650,0
kg) e a mistura (34.592,6 kg).
- A pesca
representa não só nossas raízes, mas parte importante do nosso desenvolvimento.
Saber que representamos bem esse setor, nos dá a certeza que estamos
trabalhando na direção certa - destaca o secretário Municipal de
Desenvolvimento Econômico, Tecnológico e Turismo, Vandré Guimarães.
O objetivo da pesquisa é estimar a produção pesqueira desembarcada no município, além de caracterizar a frota quanto aos petrechos e embarcações utilizadas. “Este monitoramento é fundamental para embasar políticas públicas voltadas para o setor e para pesca sustentável", pontua a coordenadora de extensão da Fiperj, Maria de Fátima Valentim.
Segundo a subsecretária de Pesca, Rizete Ribeiro da Silva, essa pesquisa foi realizada pela primeira vez em Macaé. "Por meio desse resultado, o município ficou reconhecido no setor, o que gera mais benefícios aos profissionais de pesca como, por exemplo, o aumento no valor do empréstimo por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)", diz, acrescentando que algumas espécies de peixes estão retornando a Macaé, como o guaibira, mais conhecido como peixe-porco.
Além da pesquisa, a Fiperj desenvolve ações gratuitas voltadas para piscicultura, emissões de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP, física e jurídica), elaborações de projetos Pronaf, orientações sobre a nota fiscal do pescador, cursos de capacitação, entre outros.
O objetivo da pesquisa é estimar a produção pesqueira desembarcada no município, além de caracterizar a frota quanto aos petrechos e embarcações utilizadas. “Este monitoramento é fundamental para embasar políticas públicas voltadas para o setor e para pesca sustentável", pontua a coordenadora de extensão da Fiperj, Maria de Fátima Valentim.
Segundo a subsecretária de Pesca, Rizete Ribeiro da Silva, essa pesquisa foi realizada pela primeira vez em Macaé. "Por meio desse resultado, o município ficou reconhecido no setor, o que gera mais benefícios aos profissionais de pesca como, por exemplo, o aumento no valor do empréstimo por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)", diz, acrescentando que algumas espécies de peixes estão retornando a Macaé, como o guaibira, mais conhecido como peixe-porco.
Além da pesquisa, a Fiperj desenvolve ações gratuitas voltadas para piscicultura, emissões de Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP, física e jurídica), elaborações de projetos Pronaf, orientações sobre a nota fiscal do pescador, cursos de capacitação, entre outros.

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