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Homem salta
em uma piscina flutuante ancorada nas
margens do
rio Spree, em Berlim, Alemanha
(Fabrizio
Bensch/Reuters)
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A cidade alemã
de Bornheim, próxima a Bonn, proibiu o acesso à piscina municipal aos homens
solicitantes de asilo depois que banhistas e trabalhadoras da instalação
pública se queixaram de assédio, informaram nesta sexta-feira as autoridades
locais. Os residentes de três centros de amparo próximos à piscina pública
expressaram compreensão com a medida, disse aos meios de comunicação alemães
Markus Schnapka, responsável de Assuntos Sociais da cidade de cerca de 47.000
habitantes.
"Dizemos
claramente: nossos valores no que diz respeito à igualdade de sexos na Alemanha
não podem ser questionados", ressaltou Schnapka, afirmando também que toda
agressão será castigada imediatamente. Ele precisou que não consta que os
refugiados tenham cometido nenhum crime, mas trata-se principalmente de casos
de assédio verbal. O responsável local garantiu que a intenção não é fazer os
inocentes pagarem pelos atos de uns poucos.
Descrédito -
Quase metade dos alemães afirma ter medo dos imigrantes após as agressões
registradas na noite de Ano Novo em Colônia, segundo uma pesquisa publicada
nesta sexta-feira que confirma o aumento do ceticismo da população ante a
política de portas abertas da chanceler Angela Merkel. A violência em grupo
contra mulheres provocou a indignação da população, que em sua maioria havia
recebido com generosidade os refugiados. Muitos alemães trabalham como
voluntários nos abrigos para imigrantes.

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