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O presidente
venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas,
no dia 7 de
dezembro de 2015
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"Se começar a aparecer por
parte destes senhores deputados eleitos uma agressão contra o nosso presidente
vamos às ruas para defendê-lo", disse Rodríguez sobre a possibilidade de a
oposição promover um referendo revogatório ou uma emenda para encurtar o
mandato de Maduro, que termina em 2019.
"Nós saberemos o que fazer no
caso de surgir uma ofensiva contra o povo da Venezuela", afirmou o
porta-voz em entrevista coletiva na sede do comando eleitoral do Partido
Socialista Unido da Venezuela (PSUV).
Rodríguez, também prefeito do
município Libertador de Caracas, advertiu a oposição reunida na Mesa da Unidade
Democrática (MUD) que "administre muito bem sua vitória".
O porta-voz alertou a oposição
para não derrogar leis como a do Trabalho e dos Preços Justos, decretadas por
Maduro graças aos poderes especiais para legislar e que segundo o setor privado
venezuelano não promovem a produtividade nem atendem à realidade do setor
produtivo.
Rodríguez atribuiu a derrota do
chavismo "a uma campanha de guerra econômica" promovida pela
oposição.
A Mesa da Unidade Democrática
(MUD), que reúne os partidos opositores, garantiu ao menos 99 deputados contra
46 do governo socialista, de uma Assembleia Nacional de 167 lugares, que tomará
posse em 5 de janeiro. Os eleitos para 22 cadeiras ainda não foram definidos.

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