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O número de pessoas ocupadas foi estimado em 92,2 milhões
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No trimestre (fevereiro, março e
abril), havia 8 milhões de pessoas desocupadas no País
O desemprego no Brasil voltou a
subir e a taxa de desocupação no trimestre encerrado em abril (fevereiro, março
e abril) foi estimada em 8%, ficando acima da taxa do mesmo trimestre do ano
anterior (7,1%) e superando, também, a do trimestre encerrado em janeiro de
2015 (6,8%).
Os dados apresentados pelo IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (3)
mostram ainda que o rendimento médio real habitualmente recebido em todos os
trabalhos (R$ 1.855) ficou abaixo do registrado no trimestre de novembro a
janeiro de 2015 (R$ 1.864) e do verificado no mesmo trimestre do ano passado
(R$ 1.862).
A massa de rendimento real
habitualmente recebida em todos os trabalhos para o trimestre encerrado em
abril (R$ 165,5 bilhões) também não apresentou variação estatisticamente
significativa em ambos os períodos de comparação
No trimestre encerrado em abril
havia 8 milhões de pessoas desocupadas. Esta estimativa era 6,8 milhões no
trimestre de novembro a janeiro de 2015, apontando alta de 18,7% (1,3 milhão de
pessoas a mais). No confronto com igual trimestre do ano passado, esta
estimativa subiu 14% (985 mil pessoas a mais).
O número de pessoas ocupadas foi
estimado em 92,2 milhões. No confronto com o trimestre de novembro a janeiro de
2015 houve redução de 511 mil pessoas (-0,6%) neste contingente. Em relação ao
mesmo trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 0,7%, (629 mil pessoas a
mais).
Metodologia
Os indicadores da Pnad Contínua
são calculados para trimestres móveis, utilizando-se as informações dos últimos
três meses consecutivos da pesquisa. A taxa do trimestre móvel terminado em
abril de 2015 foi calculada a partir das informações coletadas em fevereiro/2015,
março/2015 e abril/2015.
Nas informações utilizadas para o
cálculo dos indicadores para os trimestres móveis encerrados em abril e março,
por exemplo, existe um percentual de repetição de dados em torno de 66%. Essa
repetição só deixa de existir após um intervalo de dois trimestres móveis.

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