Os exames laboratoriais indicaram a presença de coliformes fecais, determinando a necessidade do uso do hipoclorito nos reservatórios das casas.
Equipes
da Coordenadoria de Saneamento da Secretaria de Saúde vêm realizando, em uma
comunidade instalada no Mar do Norte, uma série de ações do Saneamento para
monitoramento da qualidade e tratamento da água consumida pelos moradores da
área, que inclui um projeto de filtragem e desinfecção. Na última ação, os
técnicos distribuíram hipoclorito para desinfecção dos reservatórios de água
das residências.
Reunindo cerca de 160 pessoas, a comunidade está instalada, desde 2003, bem próximo a uma Área de Preservação Permanente e muito rica em fontes de água natural. A Secretaria do Ambiente também realiza, periodicamente, o recolhimento de resíduos na localidade e está intensificando a limpeza e orientação aos moradores.
Em setembro, a equipe do Saneamento, em parceria com técnicos da Fundação Nacional da Saúde – Funasa, realizou coletas de amostras de água para análise das características físico-químicas e biológicas. Os exames laboratoriais indicaram a presença de coliformes fecais, determinando a necessidade do uso do hipoclorito nos reservatórios das casas.
Há nove anos morando no local, Délio Amiti vem acompanhando o trabalho da Coordenadoria de Saneamento. “A gente precisa ficar atento a essa água que estamos bebendo. Eles vieram aqui, levaram a água para analisar e explicaram para gente como devemos usar o cloro. Esse trabalho é importante”, diz “seu” Délio, que, nesta terça-feira, recebeu mais frascos de hipoclorito para aplicar na caixa-d´ água.
PREVENÇÃO - O diretor do Departamento de Água e Esgoto, Maycon Prata, explica que a distribuição do hipoclorito “é um mecanismo para promover água potável para essa população, reduzindo os riscos de contaminação por doenças de veiculação hídrica”. Ele explica que a veiculação hídrica não é entendida somente como a transmissão da doença pela ingestão da água contaminada, como no caso da hepatite A e diarreia. A dengue, por exemplo, é considerada uma doença de veiculação hídrica, já que o vetor (mosquito Aedes Aegypti) se desenvolve na água. Esse tipo de tratamento também previne esse mal.
“Já tivemos nesta comunidade 17 notificações de casos de diarreia. Desde que iniciamos o monitoramento da água, esse número de notificação caiu a zero”, explica Maycon.
O especialista esclarece ainda que a área é muita rica em mananciais e utilizar, de forma correta, esses recursos naturais é favorável àquela população.
PROJETO – A Coordenadoria de Saneamento desenvolve agora um projeto para filtragem e desinfecção das águas dos três poços utilizados pelos moradores locais. A instalação dos filtros foi projetada de forma a aproveitar o potencial hídrico do local sem dano ambiental e já deve ser realizada no primeiro semestre de 2015. O acompanhamento da qualidade da água passa a ser feito mensalmente a partir de análises de amostras realizadas no Laboratório Central Noel Nutels – Lacen.
Reunindo cerca de 160 pessoas, a comunidade está instalada, desde 2003, bem próximo a uma Área de Preservação Permanente e muito rica em fontes de água natural. A Secretaria do Ambiente também realiza, periodicamente, o recolhimento de resíduos na localidade e está intensificando a limpeza e orientação aos moradores.
Em setembro, a equipe do Saneamento, em parceria com técnicos da Fundação Nacional da Saúde – Funasa, realizou coletas de amostras de água para análise das características físico-químicas e biológicas. Os exames laboratoriais indicaram a presença de coliformes fecais, determinando a necessidade do uso do hipoclorito nos reservatórios das casas.
Há nove anos morando no local, Délio Amiti vem acompanhando o trabalho da Coordenadoria de Saneamento. “A gente precisa ficar atento a essa água que estamos bebendo. Eles vieram aqui, levaram a água para analisar e explicaram para gente como devemos usar o cloro. Esse trabalho é importante”, diz “seu” Délio, que, nesta terça-feira, recebeu mais frascos de hipoclorito para aplicar na caixa-d´ água.
PREVENÇÃO - O diretor do Departamento de Água e Esgoto, Maycon Prata, explica que a distribuição do hipoclorito “é um mecanismo para promover água potável para essa população, reduzindo os riscos de contaminação por doenças de veiculação hídrica”. Ele explica que a veiculação hídrica não é entendida somente como a transmissão da doença pela ingestão da água contaminada, como no caso da hepatite A e diarreia. A dengue, por exemplo, é considerada uma doença de veiculação hídrica, já que o vetor (mosquito Aedes Aegypti) se desenvolve na água. Esse tipo de tratamento também previne esse mal.
“Já tivemos nesta comunidade 17 notificações de casos de diarreia. Desde que iniciamos o monitoramento da água, esse número de notificação caiu a zero”, explica Maycon.
O especialista esclarece ainda que a área é muita rica em mananciais e utilizar, de forma correta, esses recursos naturais é favorável àquela população.
PROJETO – A Coordenadoria de Saneamento desenvolve agora um projeto para filtragem e desinfecção das águas dos três poços utilizados pelos moradores locais. A instalação dos filtros foi projetada de forma a aproveitar o potencial hídrico do local sem dano ambiental e já deve ser realizada no primeiro semestre de 2015. O acompanhamento da qualidade da água passa a ser feito mensalmente a partir de análises de amostras realizadas no Laboratório Central Noel Nutels – Lacen.

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