Cristina Kirchner é tratada para
combater uma infecção intestinal.
A presidente argentina Cristina
Kirchner permanece hospitalizada por uma infecção intestinal, que exigirá pelo
menos 10 dias de repouso, e cancelou sua participação na reunião do G20 na
próxima semana, na Austrália.
O país será representado no
encontro de Brisbane pelo ministro da Economia, Axel Kicillof, e pelo chanceler
Héctor Timerman.
Segundo o boletim médico mais
recente, a presidente terá que permanecer em repouso depois de receber alta, em
uma data ainda indeterminada.
Kirchner, de 61 anos, foi
hospitalizada no domingo à noite com febre e dores estomacais. Ela foi
diagnosticada com um "quadro de sigmoidite", uma infecção intestinal.
Segundo os médicos, ela está em
condição estável e recebe "tratamento sintomático e com antibióticos
endovenosos".
A sigmoidite é uma inflamação do
último segmento do cólon chamado sigmoide, o que provocou um "quadro
febril infeccioso com bacteriemia (bactérias no sangue)", segundo o
boletim médico oficial.
Como consequência da internação,
Kirchner suspendeu a visita prevista para terça-feira da presidente chilena,
Michelle Bachelet, com quem pretendia celebrar o 30º aniversário de um tratado
bilateral.
Desde que sucedeu, em 2007, seu
marido Néstor Kirchner (falecido em 2010), Cristina sofreu vários problemas de
saúde, incluindo uma intervenção cirúrgica para retirar um tumor na tiroide, em
2012, que se revelou benigno.
Em outubro de 2013, Kirchner
sofreu uma queda que provocou um hematoma craniano que a tirou das atividades
públicas por seis semanas.
Em julho passado, uma
faringolaringite deixou Kirchner afastada da vida pública por duas semanas e,
em 21 de outubro, a presidente tirou 48 horas de descanso por uma faringite.

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