Alberto Youssef deverá completar a delação premiada até o fim da
semana, segundo a PF
Operador do esquema criminoso de lavagem de dinheiro e desvio de verba
da Petrobras conforme as investigações da operação Lava Jato, o doleiro Alberto
Youssef voltará a depor nesta terça-feira (25) na PF (Polícia Federal) em
Curitiba (PR).
Youssef aceitou o acordo de delação premiada a fim de reduzir uma pena
que poderia chegar a 300 anos de prisão, caso não colaborasse com a
investigação. A expectativa da PF é que os depoimentos se encerrem até o fim da
semana, o que deve totalizar 150 horas de gravações.
Depois de coletadas, as gravações serão enviadas ao ministro do STF
(Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, que vai avaliar o teor dos
depoimentos.
Iniciada no dia 17 de março, a operação Lava Jato investiga um esquema
criminoso que teria movimentado mais de R$ 10 bilhões em transações financeiras
ilegais, envolvendo principalmente atividades de lavagem de dinheiro e evasão
de divisas.
Negromonte Filho
Na última segunda-feira (24), o último foragido da 7ª fase da Operação
Lava Jato, Adarico Negromonte Filho, se entregou na carceragem da PF em
Curitiba ainda pela manhã.
Irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, Adarico é acusado de
formação de quadrilha e corrupção ativa.
Ainda ontem, a defesa de Negromonte Filho negou o envolvimento dele com
o esquema e entrou com um pedido de habeas corpus a fim de libertar o acusado.
O argumento é que ele já tem 68 anos de idade e pode agravado ter um quadro de
pneumonia.

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