Parceria entre Prefeitura e UFF Rio das
Ostras busca melhorar atendimento à população
A Prefeitura
de Rio das Ostras deu início na segunda, 26, a uma série de oficinas de
sensibilização para humanização do atendimento na Rede Municipal de Saúde. A
capacitação, realizada em parceria com o Serviço de Psicologia Aplicada da
Universidade Federal Fluminense – UFF, é voltada para os profissionais que
atuam na recepção das unidades e para os gestores.
Neste
primeiro encontro, todos participaram de um debate sobre acolhimento e
humanização. O curso, que continua nos dias 2 e 9 de junho, inclui a atividade
de mapeamento dos fluxos de atendimento no Hospital Municipal, a partir do
método do “fluxograma analisador”.
Mônica
Raphael da Roza, da UFF, faz parte da equipe que ministra as oficinas. Com
vasta experiência no assunto, a psicóloga foi consultora do Ministério da Saúde
para humanização do Sistema Único de Saúde – SUS.
“Estamos
ouvindo os profissionais e analisando em conjunto seus processos de trabalho;
avaliando os diferentes caminhos que o paciente percorre a partir do momento
que chega a uma unidade de saúde. Nosso objetivo é localizar pontos de
dificuldade e, a partir disso, elaborar propostas de melhorias”, explica
Mônica.
A secretária
de Saúde, Ana Cristina Guerrieri, defende a humanização dos serviços. “Estas
primeiras oficinas serão direcionadas aos profissionais da recepção do
Hospital, mas nosso objetivo é envolver todas as unidades, em um processo de
melhoria constante do atendimento a pacientes e familiares”, explica.
As oficinas
vão levantar propostas de acolhimento com base nas diretrizes da Política
Nacional de Humanização do SUS. “A capacitação é uma forma também de valorizar
nossos servidores e, com isso, vamos vencendo o desafio de promover um
atendimento de saúde municipal mais humanizado”, avalia Márcia de Jesus,
diretora do Departamento de Responsabilidade Técnica dos profissionais, da
Secretaria Municipal de Saúde.
HUMANIZAÇÃO –
De acordo com o Ministério da Saúde, humanizar a assistência à saúde é dar
lugar não só à palavra do usuário como também à palavra do profissional de
saúde, de forma que tanto um quanto outro possam fazer parte de uma rede de
diálogo. Cabe a esta rede promover as ações, campanhas, programas e políticas
assistenciais, tendo como base fundamentalmente a ética, o respeito, o
reconhecimento mútuo, a solidariedade e responsabilidade.
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