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| Telemar, que mais tarde virou Oi, é a empresa que mais teve reclamações em Macaé. |
Os motivos das queixas são sempre os mesmos: serviço ineficiente, mau atendimento e cobranças indevidas.
Motivos
das queixas são mau atendimento, produto ineficiente e cobranças indevidas.
As
empresas deixam muito a desejar quando o assunto é qualidade. Telefonia móvel e
fixa, tv a cabo, internet, energia elétrica, água, esgoto, entre outros. Todos
os setores de um modo geral são alvos de constantes reclamações da população de
Macaé. Apesar de os produtos oferecidos serem bem diferentes, os motivos das
queixas são sempre os mesmos: serviço ineficiente, mau atendimento e cobranças
indevidas.
De acordo com o Procon-Macaé, a área de Serviços Essenciais é a mais reclamada. A telefonia lidera o ranking, com 75% das queixas, em seguida estão os setores de água e esgoto, com 12%, energia, com 8%, e transporte e gás, com 5%. "Esses segmentos fazem parte dos serviços que são aqueles considerados necessários ao consumidor, ou seja, são os serviços indispensáveis que devem ser fornecidos com segurança, eficiência e qualidade", explicou Dr. Eraldo Sant’Ana, coordenador do Procon-Macaé.
Apesar de serem serviços tidos como essenciais, as empresas estão deixando muito a desejar quando o assunto é qualidade. "Meu telefone fixo não estava funcionando. Liguei para a operadora e ela informou que eu tinha cancelado a minha conta. Tentei argumentar que não tinha cancelado, mas a atendente parecia não querer entender. Ela disse que eu teria que fazer outra solicitação, mas que no momento não havia porta de entrada disponível na minha região para instalar a internet. Quer dizer, eu não cancelei o serviço, preciso do telefone e ninguém sabe me explicar o que aconteceu", contou a professora Tatiane.
"Estou sem internet há uma semana e a empresa não consegue solucionar o meu problema. Ontem, um técnico foi em casa, após eu ter ficado o dia todo esperando e sem trabalhar, e disse que, como o problema estava na rua, uma equipe viria no final da tarde para verificar. Ninguém apareceu. Liguei novamente e o atendente queria marcar outra visita de um técnico. Apesar de o problema ser na rua, ele queria que algum responsável estivesse presente. Só depois de eu gritar bastante, ele resolveu entender e mandar uma equipe. Estou esperando, pois até agora não adiantou nada", disse o empresário Sérgio.
Além de pagar contas altíssimas, o consumidor ainda enfrenta uma briga com as empresas por querer um serviço de qualidade. É raro ver alguém em Macaé que não tenha tido nenhum problema com companhias que prestam serviços essenciais.
A guerra de preços, descontos e novidades é enorme. Mas o objetivo deveria ser outro. A competitividade deveria ser por qualidade. Por isso, cabe à própria população brigar por ela, exigir isso das empresas e, sempre que não for atendido, encaminhar o problema aos órgãos competentes e fiscalizadores.
Além das agências reguladoras de cada setor, o consumidor que se sentir lesado, deve procurar o Procon-Macaé e relatar o problema ocorrido com a operadora ou qualquer outra empresa. O órgão fará uma espécie de "conciliação", tentando solucionar o caso junto à companhia indicada. Caso não haja acordo, o consumidor é encaminhado ao Juizado Especial, para tentar reaver, na justiça, os danos sofridos.
A Coordenadoria Extraordinária de Defesa do Consumidor Procon funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, no subsolo do Paço Municipal, situado na Avenida Presidente Feliciano Sodré, nº 534, no Centro. Os telefones para contato são (22) 2772-4458 e 2772-4491.
Confira as 5 empresas mais reclamadas em Macaé:
1 - Telemar (13,09%)
2 - Ampla (5,04%)
3 - Claro (4,66%)
4 - Vivo (4,52%)
5 - Banco Itau (4,22%)
De acordo com o Procon-Macaé, a área de Serviços Essenciais é a mais reclamada. A telefonia lidera o ranking, com 75% das queixas, em seguida estão os setores de água e esgoto, com 12%, energia, com 8%, e transporte e gás, com 5%. "Esses segmentos fazem parte dos serviços que são aqueles considerados necessários ao consumidor, ou seja, são os serviços indispensáveis que devem ser fornecidos com segurança, eficiência e qualidade", explicou Dr. Eraldo Sant’Ana, coordenador do Procon-Macaé.
Apesar de serem serviços tidos como essenciais, as empresas estão deixando muito a desejar quando o assunto é qualidade. "Meu telefone fixo não estava funcionando. Liguei para a operadora e ela informou que eu tinha cancelado a minha conta. Tentei argumentar que não tinha cancelado, mas a atendente parecia não querer entender. Ela disse que eu teria que fazer outra solicitação, mas que no momento não havia porta de entrada disponível na minha região para instalar a internet. Quer dizer, eu não cancelei o serviço, preciso do telefone e ninguém sabe me explicar o que aconteceu", contou a professora Tatiane.
"Estou sem internet há uma semana e a empresa não consegue solucionar o meu problema. Ontem, um técnico foi em casa, após eu ter ficado o dia todo esperando e sem trabalhar, e disse que, como o problema estava na rua, uma equipe viria no final da tarde para verificar. Ninguém apareceu. Liguei novamente e o atendente queria marcar outra visita de um técnico. Apesar de o problema ser na rua, ele queria que algum responsável estivesse presente. Só depois de eu gritar bastante, ele resolveu entender e mandar uma equipe. Estou esperando, pois até agora não adiantou nada", disse o empresário Sérgio.
Além de pagar contas altíssimas, o consumidor ainda enfrenta uma briga com as empresas por querer um serviço de qualidade. É raro ver alguém em Macaé que não tenha tido nenhum problema com companhias que prestam serviços essenciais.
A guerra de preços, descontos e novidades é enorme. Mas o objetivo deveria ser outro. A competitividade deveria ser por qualidade. Por isso, cabe à própria população brigar por ela, exigir isso das empresas e, sempre que não for atendido, encaminhar o problema aos órgãos competentes e fiscalizadores.
Além das agências reguladoras de cada setor, o consumidor que se sentir lesado, deve procurar o Procon-Macaé e relatar o problema ocorrido com a operadora ou qualquer outra empresa. O órgão fará uma espécie de "conciliação", tentando solucionar o caso junto à companhia indicada. Caso não haja acordo, o consumidor é encaminhado ao Juizado Especial, para tentar reaver, na justiça, os danos sofridos.
A Coordenadoria Extraordinária de Defesa do Consumidor Procon funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, no subsolo do Paço Municipal, situado na Avenida Presidente Feliciano Sodré, nº 534, no Centro. Os telefones para contato são (22) 2772-4458 e 2772-4491.
Confira as 5 empresas mais reclamadas em Macaé:
1 - Telemar (13,09%)
2 - Ampla (5,04%)
3 - Claro (4,66%)
4 - Vivo (4,52%)
5 - Banco Itau (4,22%)
Autor:
Patricia Lucena/O Debate

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