Rio das Ostras: profissionais do município são capacitados para melhor atendimento a jovens vítimas de violência | Rio das Ostras Jornal

Rio das Ostras: profissionais do município são capacitados para melhor atendimento a jovens vítimas de violência

Município, em parceria com a Uerj, promove curso para capacitar profissionais e integrar instituições de apoio.

Frente ao desafio de oferecer um atendimento integral aos jovens vítimas de violência, a Prefeitura de Rio das Ostras buscou a experiência do trabalho da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Uerj, referência no País, para capacitar profissionais do Município.  

Nestes dias 2 e 3 de outubro, especialistas do Núcleo de Estudos de Saúde do Adolescente da Uerj estão capacitando servidores de saúde que atendem adolescentes e mulheres jovens em situação de violência. Também estão participando técnicos das unidades da Secretaria de Bem-Estar Social  e de Educação, além de representantes de entidades afins, como Conselho Tutelar.

Participaram da abertura do curso, as secretárias de Saúde, Ana Cristina Guerreri, e de Bem-Estar Social, Rose dos Santos, além dos diretores de departamentos.

Andréa Vianna, diretora do departamento de programas de saúde, explica que o curso foi oferecido em resposta às solicitações da sociedade e como um importante passo para o fortalecimento da rede de atendimento à mulher e meninas em situação de violência.

De acordo com as pesquisas do Núcleo, as mulheres jovens e adolescentes vítimas de violência, na faixa de 12 a 20 anos, têm como fator agravante a vulnerabilidade própria da idade no enfrentamento da situação a qual estão submetidas. Esta circunstância é, muitas vezes, responsável pela demora ou até a negativa na busca de ajuda adequada para a solução dessa realidade, que pode ser transformada a partir de uma boa base de apoio social.

No curso, Margareth Attianezi, fonoaudióloga, e Ana Elizabeth Barros, psicóloga, apresentaram o Projeto Rama – Rede de Apoio à Mulher Adolescente, elaborado com o objetivo de contribuir para a formação de profissionais de saúde, numa perspectiva multidisciplinar, para enfrentamento dessa questão.

“Temos que sair daqui pensando que podemos e devemos agir, mudando a realidade de violência contra nossos jovens”, disse Margareth, completando que lidar com a situação de violência vai além do atendimento de saúde, envolve toda a vida em sociedade. Por isso, a necessidade de integrar todos os agentes nesse processo.
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