Projeto vai oferecer passeios marítimos com preços populares, para que a população possa usufruir ainda mais das belezas naturais de Cabo Frio.
A Secretaria de Turismo de Cabo
Frio está iniciando a divulgação do projeto “Esse Mar é Meu”, realizado em
parceria com a Associação das Empresas de Turismo Náutico de Cabo Frio
(AETURNAUT). O objetivo é oferecer aos moradores da cidade o conhecimento das belezas
naturais de Cabo Frio.
O projeto consiste no oferecimento de
passeios marítimos com saídas do Terminal de Transatlânticos ao custo de R$ 10,
mais um quilo de alimento não perecível, que será destinado a uma entidade
filantrópica. O público alvo deste projeto é composto pelos moradores de Cabo
Frio, que serão identificados com carteira de identidade e comprovante de
residência; ou carteira estudantil do município; ou Cartão Dignidade. Os
menores de 12 anos só podem participar dos passeios acompanhados por um
responsável.
Além do conhecimento das belezas naturais da
cidade, o “Esse Mar é Meu” quer mostrar aos moradores o potencial que o turismo
tem como gerador de emprego e renda, além de reconhecer a importância da
preservação dos bens naturais para as futuras gerações.
De acordo com o projeto, os passeios
acontecerão em todos os domingos deste ano, com exceção dos feriados
prolongados, e terão a duração de 2h30 com cortesia de refrigerante e água
mineral. O roteiro será completo, com direito ao mergulho na Ilha dos Papagaios,
com saídas às 10h30 e 14h30.
Serão instalados pontos de venda no Terminal
de Passeio de Barcos, no Boulevard Canal e no Terminal de Transatlânticos.
Várias embarcações ficarão disponíveis para atender a demanda.
Para os coordenadores Executivos da Sectur,
Aldenir Soares, Gilson Peres e Milton Roberto, a importância de conscientizar
que há uma estreita relação entre turismo e meio ambiente – já que a atividade
turística depende essencialmente dos atrativos turísticos e das atividades que
estejam ligadas ao ambiente natural e ao patrimônio histórico-cultural, – é
condição importante para o entendimento da atividade turística, já que, caso
esses recursos sejam degradados ou destruídos, não poderá haver futuro para o
turismo.
- O turismo pode incentivar e criar meios de
manter e melhorar a qualidade ambiental da cidade, o que é fundamental para a
qualidade de vida dos residentes locais. O entendimento dessa premissa pela
população residente é fundamental para a sustentabilidade tanto do meio ambiente
quanto do turismo – defende Aldenir Soares.
A turismóloga Vanina Navega ressalta que
“toda cidade para ser boa para o turista tem que ser boa para a população que a
habita”.
- A população tem que vivenciar a experiência
turística para entender o prazer que é fazer um passeio de barco, visitar
o Forte São Matheus e conhecer a sua história, que é na verdade, o resgate da
sua própria história como morador da cidade. A atividade turística não é
excludente, pelo contrário, ela gera recursos para o benefício dos cidadãos.
Ele deve ter acesso a tudo o que é disponibilizado para o turista – explica
Vanina destacando que esta é apenas uma ação pontual para se instalar essa
premissa.
- As melhorias da cidade não são só para o
turismo, ao contrário, o maior beneficiado é o morador, que usufrui o ano
inteiro as melhorias da cidade, melhorando a auto-estima da população –
concluiu a turismóloga.

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