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| (Foto: Gabriel Barreira/G1) |
O acidente não alterou a rotina do aeroporto. Não houve cancelamentos, nem atrasos nos voos.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa), órgão
do Ministério da Aeronáutica, responsável pela análise de acidentes aéreos,
está apurando as causas do choque entre um avião 737, da companhia aérea Gol, e
um Boeing 777, da empresa Emirates.
Segundo
a assessoria de Comunicação da Aeronáutica, o acidente ocorreu às 14h45 de ontem (4), no pátio do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro - Galeão/Antonio
Carlos Jobim, e não há prazo para o término da investigação do Cenipa. “O tempo
é o necessário para esclarecer os fatos”, explicou a assessoria.
De
acordo com a assessoria, as duas aeronaves estavam tripuladas e com
passageiros, mas ninguém saiu ferido. No momento do acidente, o avião da
Emirates estava taxiando para estacionar e o da Gol preparando-se para o
desembarque de passageiros. Um deles era o governador da Bahia, Jaques Wagner,
que vinha de São Paulo, onde participou da Feira Internacional de Turismo.
Ipojucã Cabral, assessor de imprensa do governador, disse que Jaques Wagner
levou apenas um susto. Ele veio ao Rio para uma reunião com a presidenta da
Petrobras, Graça Foster, e volta nesta noite para a Bahia.
Em
nota, a Gol informou que o avião da companhia fazia o voo G3 1026, trecho
Congonhas (São Paulo) – Santos Dumont (Rio de Janeiro), e teve que de mudar o
destino final para o aeroporto do Galeão por causa das condições meteorológicas
no Santos Dumont.
A
companhia disse ainda que, no choque, uma asa da aeronave da Emirates atingiu o
leme de direção do avião da Gol. Segundo a empresa, os 47 passageiros que
estavam a bordo desembarcaram normalmente. A ocorrência de solo e a aeronave
serão avaliadas.
A Gol lamentou o desconforto causado aos passageiros e ressaltou “que a segurança dos clientes e colaboradores é item prioritário em sua política de gestão”.
A Gol lamentou o desconforto causado aos passageiros e ressaltou “que a segurança dos clientes e colaboradores é item prioritário em sua política de gestão”.
Segundo
a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o acidente não
alterou a rotina do aeroporto. Não houve cancelamentos, nem atrasos nos voos.
Fonte: Agência Brasil

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