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para a Capadócia.
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Familiares reclamam da falta de informações das autoridades
brasileiras.
As três brasileiras mortas do acidente com balões na
Capadócia, na Turquia, nesta segunda-feira (20), são moradoras do Rio de
Janeiro, eram amigas e viajaram juntas no dia 14 de maio. Ao todo, o grupo era
formado por pelo menos cinco idosas, segundo informou ao G1 Luiz Paulo,
familiar de Marina Rosas, uma das vítimas.
O Itamaraty confirmou a morte de três turistas do Brasil.
Além de Marina, as vítimas são Maria Luiza Gomes e Ellen Kopelman, segundo
agências internacionais e a agência turca Anatolia, que citam autoridades locais.
Outra moradora do Rio, Maisa Lima ficou ferida na queda do balão.
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Ellen Kopelman é uma das vítimas
do acidente de balão na Turquia.
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Luiz Paulo, que é marido de Liesel Rosas, filha de Marina,
disse que o Itamaraty informou à família que uma missão da embaixada do Brasil
na Turquia foi enviada de Ankar à Capadócia para trazer mais informações aos
parentes das vítimas. A família de Marina enviou à embaixada fotos e outros
documentos que possam ajudar na identificação. A previsão é que funcionários da
embaixada cheguem à Capadócia por volta das 10h30, horário local.
O genro de Marina contou que que a família ainda não recebeu
nenhuma informação oficial do Itamaraty, confirmando a morte de Marina.
“Ninguém do Itamaraty confirma oficialmente até agora, ninguém nos dá qual
direção tomar, quais providências podemos seguir. Ainda não sabemos se alguém
da família vai à Turquia, queremos mais esclarecimento por parte das
autoridades”, desabafou.
O Ministério de Relações Exteriores informou, na noite desta
segunda, que não há uma previsão de quando os corpos das três vítimas serão
trazidos para o Brasil, e que vai prestar todo apoio na contratação de empresas
para a realização do traslado. As autoridades turcas investigam as causas do
acidente.


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