Até agora o cofre já acumula mais de 180 milhões de reais.
O cofre público de Rio das Ostras continua enchendo, principalmente após receber da Agência Nacional do Petróleo, R$15.604.222,87 (Quinze milhões, seiscentos e quatro mil, duzentos e vinte e dois reais e oitenta e sete centavos) de arrecadação referente aos royalties do mês de junho.
Somado ao valor que se encontrava em caixa - R$164.859.450,38 (cento e sessenta e quatro milhões, oitocentos e cinquenta e nove mil, quatrocentos e cinquenta reais e trinta e oito centavos) - o caixa total chegou aos R$180.453.673,25 (cento e oitenta milhões, quatrocentos e cinqüenta e três mil, seiscentos e setenta e três reais, e vinte cinco centavos).
A arrecadação continua em ascensão. Novos navios de transporte de petróleo estão chegando, somado às recentes descobertas e produção de novos poços na Bacia de Campos. Quanto à divisão dos royalties entre os estados do Brasil, a presidenta Dilma Rousseff já mandou um duro recado para os quem pretendiam covardemente subtrair um direito adquirido, contra o Rio de Janeiro, exigindo a distribuição dos royalties de petróleo entre todos os municípios e estados do País. Diante de 3.500 prefeitos presentes na abertura da 15ª Marcha dos Prefeitos, Dilma não se intimidou com cobranças e vaias e garantiu que os atuais contratos não seriam alterados.
“Petróleo, vocês não vão gostar do que eu vou dizer. Não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás. Lutem pela distribuição de hoje para frente”, respondeu Dilma.
Nesse momento, a presidenta foi vaiada e encerrou o discurso. A redistribuição dos royalties poderia tirar do Rio R$ 50 bilhões até 2020.

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