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| Estudantes de Medicina da UFRJ de Macaé foram à reitoria da Universidade, no Rio, protestar contra a precariedade. |
Eles reivindicam laboratórios, mais professores, infraestrutura e acesso a rede pública de saúde de Macaé.
No campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em Macaé, faixas e cartazes indicam a greve dos alunos do curso de medicina. Os quase 120 estudantes matriculados estão parados desde o início da semana. Eles reivindicam laboratórios, mais professores, infraestrutura e acesso a rede pública de saúde da cidade.
No centro da cidade, os manifestantes distribuíram panfletos e fizeram um apitaço em frente à Câmara de Vereadores de Macaé.
Os alunos cobram da reitoria um posicionamento. Em junho do ano passado, a UFRJ assinou um termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal. Nele estavam previstas medidas como a contratação de 31 professores e a compra de materiais e equipamentos, mas segundo os alunos, os problemas continuam.
De acordo com os estudantes, coordenador de graduação e vice pediram exoneração dos cargos no fim de semana. A justificativa seria a falta de estrutura mínima para garantir a qualidade na formação dos acadêmicos.
A universidade disse que não vai se pronunciar sobre o caso, mas no site da instituição foi publicada uma agenda de ações onde estão previstas reuniões com alunos, encontro com a prefeitura e avaliação dos locais de estágio e laboratórios.
Apesar das reclamações, a prefeitura, parceira do curso de medicina, disse que os alunos participam de aulas práticas no HPM, que é preparado para ser um hospital de ensino. Informou também que obras de ampliação devem ser entregues no segundo semestre deste ano. E que, quando fez o convênio que garantiu o funcionamento do curso de medicina na cidade, ofereceu toda a infraestrutura física necessária.

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