Depois de ferido, ele afirma que andou cerca de 7 Km até encontrar socorro.
Investigações correm sob sigilo.
Correm sob sigilo as investigações que apuram a morte de um adolescente e a agressão a um homem na Baixada Litorânea. O homem, que preferiu não se identificar, diz que escapou porque fingiu-se de morto. Com ferimentos na cabeça, conta que ele e o menor Charles Teixeira, de 14 anos, foram levados de Rio das Ostras até matagal em Casimiro de Abreu.
Diz, ainda, que apanharam muito e foram obrigados a deitar no chão antes de serem baleados. Depois de ferido, ele afirma que andou cerca de 7 Km até encontrar socorro.
Testemunhas acusam policiais militares pelo crime
Inconsolada a mãe do adolescente de 14 anos ainda tenta entender o motivo da morte de Charles Teixeira. O corpo do jovem foi encontrado num matagal
Ela conta que o filho havia se mudado há um mês, para o bairro Ancora, que fica na periferia de Rio das Ostras. Na câmera fotográfica, a mãe mostra ainda fotos das marcas de tiros na outra vítima. Principal testemunha do crime.
De acordo com moradores, Marcelo e Charles estavam em um trecho da rua das Gaivotas na madrugada de sexta-feira (2). Junto com amigos se preparavam para ir a um baile funk no centro de Rio das Ostras. Foi quando quatro homens chegaram atirando, três deles estaria usando uniformes da Polícia Militar.
Um homem, que não quis se identificar com medo de represálias, estava dormindo quando ouviu o tiroteio. Acordou, e escondido acompanhou toda a movimentação.
O comandante do batalhão responsável por Rio das Ostras, Ramiro Campos, disse que já tomou conhecimento do caso e que vai abrir um procedimento administrativo para apurar se há envolvimento de policiais militares no crime. O caso está sendo investigado pela delegacia de Casimiro de Abreu. Por telefone o delegado responsável disse que agora as investigações seguem sob sigilo.

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