A equipe formada por técnicos da Agência Nacional do Petróleo, Ibama e Petrobrás, precisou voltar ao aeroporto de Macaé.
O helicóptero da marinha avançou cerca de 100km em direção ao local do vazamento, mas retornou por causa da pouca visibilidade e das nuvens baixas.O mau tempo em alto mar cancelou a vistoria que institutos ambientais e a marinha fariam no domingo (20) na bacia de Campos. O derramamento de óleo no Campo do Frade foi descoberto há quase duas semanas. O sobrevoo não aconteceu. A equipe formada por técnicos da Agência Nacional do Petróleo, Ibama e Petrobrás, precisou voltar ao aeroporto de Macaé ainda no início da manhã.
O helicóptero da marinha avançou cerca de 100km em direção ao local do vazamento, mas precisou retornar com a equipe por causa da pouca visibilidade e das nuvens baixas. De acordo com o capitão, não seria possível observar a mancha de óleo nessas condições. O helicóptero da Marinha, é a aeronave que leva a equipe técnica para os sobrevoos no Campo de Frade, na bacia de Campos desde a ultima sexta (18). Nenhum dos técnicos está autorizado a dar entrevistas.
Há treze dias o vazamento foi identificado. Está há 120 km do litoral de Campos. A fissura por onde o óleo escapa tem cerca de 300 metros de extensão, está há 130 metros do poço de perfuração e há 1200 metros de profundidade. A mancha, que ultrapassa os 10 km², segundo a Agência Nacional do Petróleo, está diminuindo. A Chevron, que assumiu a responsabilidade pelo acidente, declarou que o acidente aconteceu por um erro de cálculo.
A empresa Chevron, responsável pela extração de petróleo no Campo do Frade, assumiu a responsabilidade pelo vazamento e declarou que o acidente aconteceu por um erro de cálculo.

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