| Engarrafamento na chegada do controle da PMRvRJ |
Negligência do Governo do Estado e Municipal
Os engarrafamentos são constantes de Rio das Ostras x Macaé, muitas das vezes começa no Parque Municipal.
Os trabalhadores riostrenses que trabalham na Zona Especial de Negócios (ZEN) e em Macaé já não sabem o que fazer para chegar cedo a seus trabalhos, as dificuldades são maiores a cada dia, com o passar do tempo ninguém e absolutamente ninguém, toma providências em defesa, para resolver o problema dos transportes de nossos trabalhadores que se destinam para a zona especial de confronto, por não dizer de guerra.
Confronto este que já dura anos, que na negligência de nossos governantes permitem que seus munícipes sejam alvejados e humilhados na divisa da discórdia municipal.Os prefeitos de Rio das Ostras, Carlos Augusto e de Macaé, Riverton Mussi, ambos do partido do Governador do Estado, Sérgio Cabral, (PMDB), não conseguiram reverter a situação a favor dos passageiros por descaso dos próprios executivos, embora Carlos Augusto, tenha aumentado as vans da linha Jardim Miramar –Cantagalo, não tem resolvido o problema da falta do transporte.
Há dois anos o Governador do Estado Sérgio Cabral tirou de circulação quase 200 vans que circulavam entre Rio das Ostras x Macaé, e Unamar x Macaé. Quem cumpriu a ordem desta operação prejudicando os trabalhadores e favorecendo as empresas de ônibus interurbanos de Macaé, foi o presidente do DETRO, Rogério Onofre. Com esta prática o governador condenou milhares de pessoas ao sacrifício e não pensou na sua atitude irresponsável de colocar ou obrigar as empresas que detém o monopólio dos transportes a aumentar mais ônibus no trajeto.
Os engarrafamentos são constantes de Rio das Ostras x Macaé, muitas das vezes começa no Parque Municipal e o auge do transtorno chega se complicar mais na altura do condomínio Alpha Ville, onde motoristas de todo tipo de veículos travam uma disputa por espaço, andam pelo acostamento, pelos acessos do condômino e mesmo pela grama, para seguir em frente, as colisões são inevitáveis.
Os passageiros sem transporte e muito menos sem carros tem que realizar a travessia da ponte da divisa do vizinho município que são quase 800 metros de cumprimentos e o sacrifício dos que obrigatoriamente tem que andar, vão para seu destino faça sol ou chuva, na ida ou na volta, como mostras as imagens. O perigo que enfrentam estes trabalhadores ao atravessar a ponte desta divisa, são acidentes eminentes, além de enfrentar as adversidades climáticas do momento. A estimativa é que mais de 25 mil passageiros se deslocam entre os dois municípios diariamente.
Já no sentido Macaé x Rio das Ostras também é complicado, o transtorno se inicia logo da Praia Campista até o Parque de Tubos, filas duplas completam o trajeto nos dois horários de manhã e à tarde final de expediente.
| Engarrafamento Macaé x Parque de Tubos |
Já para João Pedro que trabalha com pintura industrial em Macaé, disse que é uma vergonha o Brasileiro gastar tanto tempo para chegar ao trabalho, “O prefeito Carlos Augusto já prometeu que iria resolver o problema, mas até agora não cumpriu a promessa, sei que o problema é do Estado, mas ele poderia intervir para melhorar nossa situação, na hora do voto ele e todos os políticos querem meu voto, isso é uma vergonha”, aponta o pintor que acorda às 4 da amanhã e mora em Barra de São João.
| Engarrafamento para a ZEN, sentido livre para Rio das Ostras |
Alguns passageiros sem alternativa, sem transporte de ônibus ou vans no horário certo e no desespero de chegar ao seu destino de trabalho dividem com carros particulares um espaço solidário ou carona solidaria no estilo “Europeu”, que é de transportar um passageiro com hora marcada para viagem, facilitando para quem não tem carro próprio ou mesmo para fazer uma economia de dinheiro ou combustível.
“Quando morei na Europa, fiquei surpreso com um serviço parecido ao transporte alternativo, só que com carros particulares, conheci um colega na Suíça que fazia um trajeto para a França quase todos os dias e oferecia o transporte pelo jornal, internet e guia telefônica para quem precisasse, isso é a coisa mais normal do mundo, mas aqui no Brasil não dá certo porque alguns querem levar vantagem e vira bagunça, infelizmente o povo é quem sofre”, conta Vinicius que trabalha em Macaé há 10 anos e faz o trajeto a 8.
Com o problema do transporte sem solução para os trabalhadores de Rio das Ostras e Região dos Lagos, os cidadãos sofrem seu dia a dia sem condução adequada esperando que um dia seu Governador tome providências e seu Prefeito intervenha para facilitar a vida de quem ajuda com muito esforço a construir o crescimento de uma Cidade e Estado.
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