Enquanto isso, a população sofre há 23 dias com as agências fechadas e precisa enfrentar longas filas nas lotéricas.Os empresários calculam queda de 40% nas vendas e pedem intervenção do poder público no caso.
Uma audiência de conciliação entre a Federação e o Sindicato Patronal foi marcada para a tarde desta quarta-feira (13), no Tribunal Regional do Trabalho no Rio, para tentar resolver o impasse da greve dos vigilantes no estado. Mas o presidente do Sindicato dos Vigilantes disse que não foi notificado e por isso não compareceu ao encontro. Enquanto isso, a população sofre há 23 dias com as agências fechadas.
Os caixas eletrônicos estão lotados e quem precisa pagar alguma dívida com urgência também é obrigado a enfrentar longas filas nas lotéricas.
Os clientes bancários estão pagando a conta da greve dos vigilantes. Com a paralisação as agências foram obrigadas a fechar as portas. Em Cabo Frio, Região dos Lagos, nenhuma agência estava aberta. Em Nova Friburgo, na Região Serrana, a situação é parecida. Nada de banco também no Norte e Noroeste do Rio. E os reflexos estão em todas as partes. Em Campos, o setor imobiliário fecha negócio mas não concretiza a venda, 90% do setor são financiados pelos bancos.
O comércio também levou um duro golpe. Os empresários calculam queda de 40% nas vendas e pedem intervenção do poder público no caso. A greve já dura mais de 30 dias. Segundo o sindicato da categoria pelo menos 80% dos vigilantes bancários do estado estão de braços cruzados e ainda não há previsão para voltar ao trabalho.
Os vigilantes querem 10% de aumento e reajuste de 50% no ticket de alimentação.
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