Objetivo é saber se ele ajudou a causar vazamento, diz 'New York Times'.
Tribunal londrino decide nesta quinta se fundador do WikiLeaks fica preso.
Promotores federais dos Estados Unidos estão procurando provas de que o fundador do siteWikiLeaks, Julian Assange, conspirou com um ex-analista de inteligência do Exército, que é suspeito de ter divulgado documentos confidenciais do governo, segundo o "New York Times".
Altos funcionários do Departamento de Justiça estão tentando determinas se Assange encorajou ou ajudou o soldado Bradley Manning a extrair do sistema de computadores do governo material militar classificado e arquivos do Departamento de Estado, disse o jornal.
Se Assange tiver feito isso, as autoridades acreditam que ele possa ser acusado de conspiração no vazamento, e não apenas ser considerado um receptor passivo que depois publicou o material, afirmou o NYT, citando como fonte pessoas próximas do caso.
Um porta-voz do Departamento de Justiça não quis comentar o assunto.
O tribunal de Westminster, em Londres, deve decidir nesta quinta-feira se aceita a a apelação da promotoria da Suécia para manter Assange detido. Um juiz decidiu na terça-feira conceder a liberdade condicional ao fundador do WikiLeaks, mas ele segue detido por conta do recurso. Ele corre o risco de ser deportado para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais.
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