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REGIÃO

Após doação frustrada em Cabo Frio, consórcio reconhece falha em transplante

Secretaria de Saúde diz que equipamento estava queimado. Central afirma que menina não tinha indicação de transplante. Ainda revoltada com a tentativa frustrada de doação de órgãos da menina Tainá Monteiro, de 19 anos, a família reclama da falta de condições para transplantes no interior do estado. Para o consórcio de saúde da região, falta prioridade na saúde pública local para o sistema funcionar. “É um trauma a mais, não bastando a perda da vida. É revoltante porque sabemos que a vida dela poderia continuar tendo sentido na vida de mais nove pessoas”, desabafou a prima de Tainá, Adriane Monteiro. Tainá sofreu um acidente de carro no sábado (8), em Cabo Frio, na Região dos Lagos e, poucas horas depois, já no hospital de emergência, foi diagnosticada a morte cerebral. Mesmo em luto, durante três dias seus familiares tentaram realizar o desejo dela de doar os órgãos. Prioridade “Parece que se esquecem que política pública envolve captação de órgãos e uma política pública de transplante, e não só um atendimento de emergência. Nesse momento, falhou a dedicação integral a um diagnóstico de morte encefálica realizado clinicamente, que a gente sabe que, algumas horas depois, necessitaria ter sido feito com um elemento gráfico que demonstrasse essa morte”, explicou o secretário-executivo do consórcio, Marcelo Paiva. O subsecretário de Saúde de Cabo Frio, Luis Carlos dos Santos rebate, afirmando que o único equipamento móvel disponível para tal exame queimou no domingo (9) de manhã e sugere que se cobre do governo do estado a criação de uma central de transplantes no interior. Central de transplantes diz que ela não tinha indicação para doação “Poderia ser no hospital de Araruama (também na Região dos Lagos), que já tem técnico especializado e equipamento, o que facilitaria a captação de toda a região e não só de Cabo Frio”, diz Santos. Já a Central Estadual de Transplantes afirmou que Tainá não havia indicação para o transplante. Ainda de acordo com a central, ela sofreu um traumatismo generalizado e uma extensa lesão no cérebro, com uma grande hemorragia, o que teria deixado a paciente em estado de choque, que é quando acontece uma queda da pressão arterial da circulação sanguínea.

Estudantes de nível superior sem auxílio no pagamento de transporte em Teresópolis

Já são mais de 4 meses sem receber a ajuda da Prefeitura

Teresópolis só tem uma Universidade, que é particular, inclusive. Por isso, muitos estudantes procuram outras cidades da região serrana ou do grande Rio para cursar um curso superior. Os alunos teresopolitanos que tem renda de até 6 salários mínimos, são beneficiados por um projeto da Prefeitura que garante ajuda de custo no deslocamento dos alunos. Mas este ano, ninguém recebeu um centavo. 198 alunos de Teresópolis, com nível superior, deveriam receber o benefício de R$255 reais por mês. Por causa da falta do benefício, muitos estudantes estão abandonando os cursos. Os universitários dizem ainda, que não conseguem atendimento quando procuram a Prefeitura para questionar o problema. De acordo com a Prefeitura, a verba ainda não foi repassada porque houve um atraso no processo de liberação do dinheiro. O problema já está sendo resolvido e o depósito será feito nesta quarta-feira diretamente na conta bancária dos estudantes.

Galões de água são vendidos fora do prazo de validade em Macaé

Consumidores reclamam. Lei nacional proíbe a prática.

Os consumidores de água em galões de 20 litros estão reclamando de alguns comerciantes em Macaé. Na hora da troca, quem compra diz estar sendo vítima de má fé dos vendedores, que tentam passar galões fora do prazo de validade. Vender galões fora do prazo de validade é proibido, de acordo com uma portaria do departamento nacional de produção mineral. Ela determina, ainda, que os garrafões de 10 e 20 litros sejam usados por até 3 anos. Esse é o período máximo que um garrafão resiste sem sofrer desgastes com o transporte,à limpeza e à estocagem, segundo especialistas. O garrafão que é utilizado após esse prazo pode, por exemplo, contaminar a água. Em Macaé, mais de 200 estabelecimentos fazem a distribuição ou a venda desse tipo de produto. A vigilância sanitária, responsável pela fiscalização, diz que ainda não flagrou comerciantes desrespeitando a lei; mas se a irregularidade for constatada, o dono do estabelecimento pode ser punido de várias formas. O consumidor não pode ficar com o prejuízo. Se isso acontecer, ele deve ligar para o disque denúncia (22-2762-0935).

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