A instabilidade política de Rio das Ostras?
Estar na chuva é pra se molhar
O prefeito Carlos Augusto e seu Vice “Broder” foram cassados duas vesses pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE), isto é fato, agora faltam 298 processos segundo as próprias palavras de Carlos Augusto que afirmou numa entrevista a um jornal semanal impresso de Rio das Ostras que o defende com unhas e dentes. Com sua “modesta opinião” informa à população que o “candidato da oposição ainda não se conformou em aceitar a derrota”, ora, quem esta na chuva é para se molhar, não estou aqui para defender ou apoiar ninguém, até por que este blog/jornal é independente, mas analisando a questão, instabilidade e desmoralização de Rio das Ostras, a cidade aparece na mídia local, nacional e até por que não disser internacionalmente, será por que é um bom ou ruim governo? Seja qual o fato de estamos na mídia, são políticos e cada um tem o direito de defender seus conceitos, opiniões e neste caso é pela via da justiça, o mais critico da questão esta na justiça brasileira com suas inúmeras brechas de recursos que a Lei permite.
Pelo tempo que já passou (Dois anos) da abertura dos processos e se ter apreciado dois processos dos 300 que o prefeito diz ter contra ele, dá para pensar que continuará no cargo até concluir os 280 que faltam apostando na morosidade e recursos a tomar. Em ambos os lados há um objetivo, um de se defender das acusações e outro de demostrar que o adversário agiu e ganhou ilegalmente as eleições passadas. Isto é briga de “cachorro grande” e achar que os dois lados estão certos é discussão na certa. Já esta bem clara a formação de opinião na cidade, surge pela assessoria de comunicação da prefeitura de que o ex-prefeito, ex-aliado deputado Sabino (PSC) esta perseguindo politicamente o prefeito.
“Balthazar se queixou da decisão “inédita e prejudicial” à cidade. “Tivemos um problema de invasão de terra e chamei a Guarda Municipal e a Polícia para controlar, mas os manifestantes dizem que não sou mais prefeito”. Cria-se uma instabilidade política no município”, afirmou ele”.
Pela cidade e internet circula sites defendendo o prefeito, outros acusando-o e a última de exigir do Deputado Sabino que pare com a perseguição por que não o deixa governar a cidade. Vamos pensar um pouquinho, antes de surgir à palavra “Perseguição” devemos ver as circunstancias dos fatos, juntando os problemas da saúde, gente morrendo pelo meio do caminho, péssimo atendimento em todas as áreas, falta de remédios e acomodações, lixo e sujeira tomando conta da cidade pela mudança do horário dos caminhões de coleta, falta da preciosa água, onde foram investidos e gastos mais de 90 milhões de reais de nosso dinheiro e foi entregue a CEDAE para administra-la e ainda continuamos sem água, a falta dos professores e material nas escolas municipais, falta de segurança e criminalidade de mais, etc.
Temos certeza de que Carlos Augusto não sairia do seu gabinete para resolver estes inúmeros problemas pessoalmente e exigir de seus comandados uma solução imediata, já que tem sua maquina administrativa e homens de confiança para resolver e é o que não vemos acontecer.
A credito que se falamos em perseguição, então, somos os primeiros a sermos perseguidos pela falta de administração mais eficaz, reparar os erros cometidos e de dar a sus munícipes o direito de serem atendidos com educação e respeito nas repartições publicas em geral se manifestar sem “Perseguição”. Sem duvida não é a perseguição que não deixa governar e sim a delegação de poderes as pessoas certas que estejam dispostas em beneficiar a população, não por obrigação, e sim por dedicação, convicção e respeito ao próximo.
Muitos servidores contratados moradores de Rio das ostras, de confiança, conhecedores de nossos problemas, dedicados, especiais e coerentes em suas funções foram mandados embora, e alguns servidores concursados que ficaram são “perseguidos moralmente”, diga-se de passagens foram centenas para a rua, ou melhor, miles. Pensando bem quem persegue quem ?
Política denomina arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa).[1]Nos regimes democráticos,a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
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