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BRASIL / MUNDO

Prazo para tirar ou transferir título de eleitor termina nesta quarta-feira (5)

Cartórios ampliaram em duas horas o horário de atendimento. Veja quais os documentos necessários para tirar o título eleitoral.

Acaba na próxima quarta-feira o prazo para os brasileiros que querem tirar ou transferir o título de eleitor. Para atender interessados, os cartórios ampliaram em duas horas o horário de atendimento.

Os eleitores que querem tirar o título devem apresentar o documento de identidade e os comprovantes de residência e de quitação militar.

Já aqueles que tem o objetivo de trocar o domicílio eleitoral, precisam estar munidos do título, do documento de identidade e dos comprovantes de residência e de votação ou de justificação.

O voto é facultativo para jovens entre 16 e 18 anos, maiores de 70 e analfabetos.

Cordões umbilicais que iriam para o lixo podem curar quem tem leucemia

Células-tronco são usadas em transplantes semelhantes ao de medula. Material é retirado durante o parto, logo após o nascimento do bebê.

Mal saiu do ventre da mãe, o pequeno Pedro Bub, de São Paulo, já era um doador de sangue. E não era um sangue qualquer: o líquido estava dentro do seu cordão umbilical, cheio de células-tronco, e seria jogado fora, mas foi recolhido para congelamento e poderá servir para curar alguém com leucemia.

Esse tipo de doação, consentida pela mãe, tem crescido no Brasil. Já são seis bancos públicos que coletam e congelam o sangue, e até o início de 2011 está prevista a inauguração de mais sete, espalhados pelas principais capitais.

O material guardado é usado em cirurgias iguais aos transplantes de medula, feitos em pessoas que têm doenças do sangue, como leucemia ou anemia falciforme, e que não encontram doadores compatíveis em sua família. Em vez de injetar no corpo do doente as células da medula, são colocadas as células-tronco do cordão umbilical.

"Já fizemos quase cem transplantes com cordões umbilicais da BrasilCord [a rede brasileira de bancos públicos de cordão]", conta Luís Bouzas, diretor do Centro de Transplantes de Medula Óssea do Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro. Segundo ele, hoje a BrasilCord já tem mais de oito mil cordões armazenados.

Na hora de achar um doador compatível, o sangue umbilical traz mais esperança para os doentes. "No transplante com células-tronco de medula óssea, para que o resultado seja positivo é necessário um grau de compatibilidade de 100%. O sangue de cordão permite que se faça com apenas 70% de compatibilidade", explica o médico do Inca.

Outra vantagem do sangue do cordão é que o doador não tem de fazer exames e nem se apresentar ao hospital para a retirada das células – etapas que costumam estender o tempo do transplante. "Os cordões são uma fonte de células-tronco que já está pronta para uso. Há pacientes que não têm tempo[de esperar por um doador compatível]", afirma Andreza Ribeiro, coordenadora do banco público de cordão umbilical mantido pelo Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Parto tranquilo Para as mães, o procedimento é simples. "Eu só percebi que eles colheram o material na hora em que a enfermeira da coleta me agradeceu pela doação. Não dói, não aumenta o tempo de trabalho de parto", conta a médica Carolina Bub, que deu à luz Pedro há menos de um mês.

O sangue é retirado do cordão umbilical logo depois do parto. Já no laboratório, são eliminados os glóbulos vermelhos e o plasma, sobrando cerca de 20 mililitros com as células-tronco. Em uma bolsa especial, o material é armazenado em uma "supergeladeira" a menos de 190 graus Celsius negativos, em nitrogênio líquido.

Os dados sobre as células entram em um sistema federal onde quem precisa de transplante pode buscar sangue compatível. No Brasil, dois bancos públicos também participam de uma rede internacional, que fornece sangue a doentes de outros países.

"Temos dados de células que foram congeladas há 18 anos e ainda têm boa viabilidade [para transplantes], mas pode ser que durem muito mais que isso", conta a médica Poliana Patah, diretora do banco público de cordões do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

Poucas maternidades Como a rede pública para a coleta de cordões é pequena, a mãe que quiser doar terá que fazer o parto em hospitais vinculados a um banco público de cordões. Em São Paulo, o material é coletado em apenas três maternidades.

"Estamos desenvolvendo uma espécie de kit com informações de como coletar esse material. Dessa forma, talvez possamos congelar cordões para quem quiser doar mas não dará à luz em maternidades conveniadas aos bancos públicos", relata Bouzas, do Inca.

Bancos particulares Ao mesmo tempo em que a rede pública se prepara para receber mais bancos de cordão, aumenta a procura pelos bancos particulares. Nestes, as células-tronco são guardadas para o uso da própria família, para transplantes relacionados a doenças do sangue ou em futuras aplicações que a ciência possa desenvolver.

Os bancos privados criam uma expectativa de que esse material será usado para tudo o que existe na medicina. Isso é um absurdo, não é verdade"

A existência desses bancos, contudo, ainda gera muita polêmica entre os médicos. "Os bancos privados criam uma expectativa de que esse material será usado para tudo o que existe na medicina. Isso é um absurdo, não é verdade", afirma o médico do Inca. Segundo ele, os cordões são aprovados apenas para transplantes semelhantes ao de medula. "Qualquer outra coisa é experimental ou já foi refutada pela pesquisa."

São as técnicas experimentais, contudo, que chamam a atenção das famílias na hora de contratar esse serviço, que custa cerca de R$ 3.500 no momento do nascimento do bebê e mais R$ 500 por ano para manutenção.

"São mais de trezentas doenças que podem vir a ser tratadas com terapia celular", defende o médico Carlos Alexandre Ayoub, diretor clínico de um banco de cordão particular em São Paulo.

A médica Andreza Ribeiro, do Albert Einstein, afirma que a legislação brasileira respalda o armazenamento particular, "mas falando em termos médicos, há um questionamento da utilidade. Eu não condeno, mas não recomendo. Não congelar o cordão não significa que a mãe está sendo displicente [com a saúde do filho]", afirma.

Preso suspeito de envolvimento com carro-bomba deixado em NY, diz FBI

Faisal Shahzad teria sido identificado como paquistanês naturalizado. Carro-bomba foi deixado em Times Square no último sábado.

Um cidadão paquistanês naturalizado norte-americano foi detido na noite de segunda-feira (3) quando tentava fugir dos Estados Unidos e será formalmente indiciado nesta terça-feira diante de um juiz federal, acusado pelo atentado frustrado com um carro-bomba em Times Square no sábado passado.

Faisal Shahzad foi detido às 23h45 (0h45 de Brasília, terça-feira, afirma um comunicado da procuradoria de Nova York.

"Agentes do FBI e do departamento de polícia de Nova York prenderam Shahazad por ter supostamente dirigido um carro-bomba até Times Square no fim da tarde de 1º de maio", completa a nota.

O carro-bomba potencialmente mortífero foi desativado no sábado na própria Times Square, centro da cidade, que tinha grande movimento.

"Shahzad, cidadão naturalizado americano nascido no Paquistão, foi detido no aeroporto John F. Kennedy depois de ser identificado pelo Departamento de Segurança Nacional, pela Alfândega e pela Guarda de Fronteiras, no momento em que tentava embarcar em um avião com destino a Dubai", completa o comunicado.

Em Washington, o secretário de Justiça Eric Holder anunciou a detenção e afirmou que a investigação prossegue, perseguindo várias pistas.

"Mas está claro que a intenção por trás deste ato terrorista era matar americanos", declarou Holder.

A prisão da noite de segunda-feira foi resultado de uma operação de busca dos suspeito, identificado horas antes pelas autoridades graças a informações fornecidas pelo vendedor do veículo e ao exame minucioso do carro, que ficou intacto sem a detonação do dispositivo.

O suspeito teria comprado o Nissan Pathfinder verde em Bridgeport, ao nordeste do estado de Nova York, nas últimas três semanas.

Segundo a imprensa americana, Shahzad pagou a compra em dinheiro, sem deixar rastros nem documentos assinados. Além disso, ele teria visitado recentemente o país de origem.

De acordo com fontes da investigação, o suspeito teria comprado a caminhonete por menos de 2.000 dólares, por meio da rede Craigslist, de classificados na internet.

As autoridades também procuram um homem branco de meia idade visto em um vídeo gravado perto do carro-bomba, mas explicaram que o consideram uma "pessoa de interesse" e não um "suspeito".

O homem foi filmado trocando de camisa por uma das 82 câmeras de vigilância policial antes da divulgação do alerta e da retirada dos milhares de turistas presentes em Times Square, próxima da Broadway.

A polícia encontrou no veículo dispositivos de fogos de artifício, tanques de propano, gasolina, fertilizante e dois relógios.

Os motivos da falha do detonador ainda não foram esclarecidos, depois que a caminhonete pegou fogo parcialmente, mas segundo especialistas o dispositivo parece ter sido bastante improvisado e obra de alguém com pouca experiência.

O fertilizante estava em uma caixa de metal. Outro tipo de fertilizante pode ser usado em explosivos similares ao utilizado por Thimothy McVeigh no atentado da cidade de Oklahoma em abril de 1995, que matou 168 pessoas. Mas as autoridades afirmaram que a substância neste caso não era explosiva.

A polícia informou, no entanto, que se a bomba tivesse explodido teria criado uma "significativa bola de fogo" capaz de matar várias pessoas.

Um vendedor de rua, veterano da guerra do Vietnã e agora transformado em herói nacional pela imprensa americana, percebeu a fumaça saindo do veículo e sentiu o cheiro de pólvora, antes de avisar a polícia.

Nova York está em alerta terrorista desde os atentados de 11 de setembro de 2001. O grupo talibã paquistanês Tehrik-e-Taliban reivindicou o ataque frustrado de sábado.

Reino Unido enfrenta eleição mais imprevisível das últimas décadas

Desgaste dos partidos tradicionais provoca crescimento de terceira força. Para especialistas, há grande chance de se formar parlamento sem maioria.

O Reino Unido aguarda nesta quinta-feira (6) uma das eleições legislativas mais disputadas das últimas décadas para renovar o quadro de seu principal órgão político, a Câmara dos Comuns. No total, são 650 vagas em disputa. O país, que é uma monarquia parlamentarista, adota o sistema de votação totalmente distrital, ou seja, cada membro do Parlamento (MP) – função muito equivalente ao deputado – é eleito em uma determinada circunscrição.

O partido que obtiver a maioria absoluta das vagas, ou seja, a metade mais uma (nessa eleição, 326), terá o controle da mais importante casa legislativa do país (a outra é a Câmara dos Lordes, cujas cadeiras são ocupadas por direito hereditário ou nomeação da Rainha), poderá escolher o primeiro-ministro e assumir o controle do Poder Executivo.

Entretanto, como o sistema é distrital, o partido que obtiver o maior número de votos no geral pode não ser necessariamente o que ocupará o controle da casa. Embora esses episódios sejam raros, a possibilidade de que eles ocorram desta vez é real.

De acordo com todas as mais recentes pesquisas de opinião, o Partido Trabalhista do premiê Gordon Brown, que está no poder desde 1997, amarga um vexatório terceiro lugar. Seus tradicionais rivais do Partido Conservador, sob a liderança de David Cameron, são apontados como favoritos ao primeiro lugar, embora tenham sofrido uma queda. Mas como as pesquisas apontam o voto proporcional, essa condição pode sofrer uma reviravolta dependendo da distribuição de eleitores de cada cada partido nas circunscrições.

A principal novidade, porém, e que provoca todo o atual quadro de desequilíbrio, está no crescimento da até então distante terceira força política do país: o Partido Liberal-Democrata, capitaneado por Nick Clegg, um político jovem, carismático e até então pouco conhecido. Ele é apontado como o principal responsável por colocar os “Lib-Dems” em segundo lugar nas pesquisas. Nas últimas semanas, estas indicaram uma diferença relativamente pequena entre os três concorrentes. “A divisão do Parlamento Britânico em três forças políticas impacta ainda mais a rotina institucional britânica, marcada pelo descompasso entre número de votos e perfil de bancada. Pelo sistema eleitoral distrital, a disputa se dá em cada circunscrição e não por proporção de votos do partido”, explica o professor de Relações Internacionais da PUC, Paulo Edgar Resende. A pesquisa mais recente foi divulgada nesta segunda-feira (3), realizada pelo instituto You Gov e encomendada pelo jornal The Sun: os conservadores contam com 35% dos votos gerais, sete pontos percentuais à frente dos Trabalhistas e Liberal-Democratas, empatados. Parlamento truncado Caso esses números correspondam à futura distribuição de vagas no Parlamento, muito possivelmente nenhum partido obterá a quantidade necessária de cadeiras no Parlamento para governar sozinho. Esta a hipótese fatalmente levaria à formação do que é conhecido por “Hunged Parliament”, ou “Parlamento truncado” (ou enforcado, na tradução literal), fato que ocorreu pela última vez, em 1974. Isso obrigaria ao partido que obteve o maior número de MPs se aliar com um de seus grandes concorrentes para formar um governo de coalizão. Para que o “truncamento” não ocorra, os trabalhistas, atual maioria na Câmara, teriam de perder 23 dos 356 MPs que elegeram na última eleição, em 2005, para permanecer no poder (no total, só obtiveram 35% dos votos). Os conservadores, por sua vez teriam de ganhar 116 assentos a mais que os 198 obtidos da última vez (32% dos votos proporcionais). Os Liberal-Democratas, que da última vez só elegeram 62 membros (e somaram 22% da preferência do eleitorado), precisariam eleger mais 264.

Resende calcula que a liderança dos conservadores nas pesquisas não deve se refletir na distribuição de cadeiras da Câmara, e a surpresa pode ser a vitória dos trabalhistas. “Na contabilidade atual das previsões eleitorais, em decorrência do voto distrital, David Cameron, embora líder de praticamente todas as pesquisas, teria apenas a segunda maior bancada no Legislativo, com cerca de 247 MPs. Os trabalhistas ficariam com cerca de 282 assentos, enquanto os liberais, com cerca de 90, seriam o fiel da balança”, afirmou. Politicamente, o “Parlamento truncado”é possibilidade temerária especialmente para o Partido Conservador. Mesmo que obtenha o maior número de MPs isoladamente, pode ficar fora do governo caso ocorra uma aliança entre Trabalhistas e Liberal-Democratas. Nick Clegg já afirmou que aceitaria uma coalizão com os Trabalhistas, com quem possuem alguma afinidade ideológica e programática, desde que Gordon Brown não seja o premiê. A possibilidade de aliança com os conservadores foi rechaçada por Clegg, que acusou publicamente Cameron de não possuir uma agenda de reformas e progressista. Para o cientista político e integrante do GAcint (Crupo de Análise da Conjuntura Internacional da USP) Christian Lohbauer, mesmo com a popularidade em baixa, os trabalhistas podem se aproveitar da situação. “Se Cameron ganhar, Brawn teria de fazer uma aliança com os liberais. Já se Clegg ganhar, a possibilidade de uma aliança dele com Cameron é quase nula. Ou seja, os trabalhistas teriam perdido a eleição, mas estariam a um passo da composição. Qualquer que seja o quadro, é uma situação inédita, que muda significativamente a história política muito tradicional e estável desse país. A tendência natural, após 13 anos de trabalhismo, seria o retorno dos Conservadores. Mas com o surgimento desse terceiro componente, certamente o Reino Unido não será o mesmo”, disse Lohbauer. Resende também concorda que a aliança Liberal-Democrata-Trabalhista é bem viável. “Parece claro que seja o cenário mais plausível, apesar das reservas dos liberais em relação ao nome de Gordon Brown”.

A possibilidade do “Parlamento truncado” preocupa parte da opinião pública e os investidores internacionais, que temem que o país fique imobilizado politicamente até que um governo de coalizão seja formado – caso ele venha a funcionar depois. “A tendência mais provável seria a aliança Liberal-Trabalhista. Mas não há precedentes, não há experiência histórica anterior. Montar um gabinete desse tipo seria muito difícil. Apesar de mais próximos, há posições de confronto (entre liberais e trabalhistas)”, alerta Lohbauer. Paralisação Se a aliança entre os partidos de Bown e Clegg não ocorrer, a indefinição é ainda maior. Nesse caso, os conservadores poderiam tentar governar sem a maioria, através alianças de ocasião. Outra possibilidade, aparentemente inviável segundo as pesquisas, seria se Cameron obtivesse a governabilidade com o apoio dos partidos pequenos, que geralmente representam uma parcela pouco significante da casa (em 2005, só elegeram 30 MPs). O cenário de incerteza pode levar à convocação de novas eleições se não houver qualquer acordo ou o Parlamento se encontre em crise por falta de lideança. Como ocorreu em 1974, quando a indefinição causada pelos resultados do pleito realizado em fevereiro obrigaram à outra disputa em outubro do mesmo ano. Lohbauer lembra que a Alemanha passou por experiência semelhante em 2005, quando o Partido Democrata-Cristão (CDU), de direita, se viu obrigado a se aliar ao tradicional opositor Social-Democrata (SPD), em uma aliança que durou até 2009, quando, em nova eleição, a premiê Angela Merkel (CDU) finalmente obteve a maioria. “Foram três anos de governo de coalizão, o que significa paralisação total. Foi duríssimo para Merkel levar o governo. Ela teve de enfraquecer os membros do SPD aos poucos, dentro da própria coalizão”, afirmou. Na eventual situação de aliança majoritária entre Trabalhistas e “Lib-Dems”, o novo primeiro-ministro seria provavelmente o líder do partido com mais representantes, o que daria o cargo a Clegg. Por sua vez, os Trabalhistas temem que o partido de Clegg lhes tome historicamente a preferência do eleitorado com perfil mais progressista e de centro-esquerda. O tradicional jornal londrino “The Guardian”, terceiro maior em circulação no país, é um importante exemplo. Após passar anos declarando seu apoio ao Partido Trabalhista, publicou em seu editorial na última sexta-feira (30 de abril), com o título “O momento Liberal chegou”, sua mudança na preferência partidária. Também defendeu uma reforma política que adotasse uma representação proporcional, pauta defendida por Nick Clegg. Na mesma edição, o diário publicou uma entrevista com o líder liberal, no qual ele considerava seu partido como “herdeiro natural da preferência dos eleitores britânicos progressistas”. Os trabalhistas conseguiram o apoio declarado do Daily Mirror, enquanto os conservadores, do Financial Times.

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