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BRASIL / MUNDO

Lula começa nesta quarta-feira giro pelo Oriente Médio e Europa

Vínculos comerciais e Conselho de Segurança da ONU serão tratados. Lula pretende apresentar o Brasil como uma oportunidade de negócios.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva começa nesta quarta-feira (12) uma viagem de sete dias por cinco países do Oriente Médio e Europa. Entre os temas que serão tratados pelo presidente durante o roteiro, estão assuntos polêmicos, como a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) e o programa nuclear iraniano. Lula também pretende apresentar o Brasil como um destino atraente para negócios.

A primeira escala do petista será na Rússia. Lá, Lula discutirá com o presidente, Dmitri Medvedev, e com o primeiro-ministro Vladimir Putin, a possível ampliação do Conselho de Segurança. De acordo com o porta-voz da Presidência, Marcelo Baumbach, o encontro será uma oportuniadade também para discutir a crise financeira internacional, além de uma "avaliação dos papéis desempenhados pelos dois países em suas regiões”.

A segunda escala será no Catar, onde chegará na noite de sexta-feira (14). Lula participa de um seminário empresarial, além de se reunir com o Emir do país. Os dois países estabeleceram relações diplomáticas em 1974, mas essa é será a primeira visita de um chefe de Estado brasileiro ao Catar. Lá, Lula pretende intensificar os vínculos comerciais brasileiros com a região para atrair investimentos.

No domingo (16), Lula desembarca no Irã. Em Teerã, o presidente vai “aprofundar o diálogo político entre Brasil e Irã”, segundo o porta-voz. No domingo, Lula se reúne com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e com o aiatolá Ali Kamenei, antes de participar do Fórum Empresarial Brasil-Irã. Entre 2002 e 2007, o intercâmbio comercial do Brasil com o Irã passou de US$ 500 milhões para quase US$ 2 bilhões.

Europa

Do Oriente Médio, Lula parte a Europa. O primeiro destino é Madri, na Espanha, onde o presidente participa da 6ª Cúpula América Latina, Caribe e União Européia. Em pauta, além dos rumos da própria cúpula, a crise europeia e as situações do Haiti e do clima global. Havia a possibilidade de Lula não participar do evento devido à possível presença do presidente de Honduras, Pepe Lobo, cuja legitimidade o governo brasileiro não reconhece. No entanto, segundo Baumbach, o governo espanhol informou que Lobo irá a Madri, mas para participar de um evento paralelo à Cúpula.

A última parada de Lula antes de retonar ao Brasil será em Portugal, onde o presidente se encontra com o presidente Aníbal Cavaco Silva e participa da 10ª Cimeira Luso-Brasileira. Lá, pretende apresentar aos empresários portugueses as oportunidades de negócios que serão geradas no Brasil com a realização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

Extermínio de cães e gatos causa alerta em cidade do interior de SP

Suposto 'serial killer' seria o responsável por 35 mortes em um mês. Em 2007, 50 animais foram mortos em Sales Oliveira.

O último assassinato registrado em Sales Oliveira, no interior paulista, a 50 km de Ribeirão Preto, ocorreu há mais de dois anos. Desde o final de março, no entanto, um suposto “serial killer” age na cidade sem que a polícia tenha qualquer pista de sua identidade. Nesse período, o assassino já causou 35 mortes e deixou os pouco mais de 8 mil moradores do local em alerta. Suas vítimas: cães e gatos.

Pouco importa se eles são de rua ou têm donos. O “serial killer” não faz distinção. O único padrão é o veneno escolhido para causar as mortes: o carbamato, popularmente conhecido como chumbinho e que tem sua venda proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No último final de semana, dez animais foram mortos desta forma – o que gerou ainda mais tensão entre os moradores que têm animais em suas casas.

Os crimes chamam a atenção, mas esta não é a primeira vez que uma onda de mortes de animais acontece na cidade. Em 2007, 50 deles foram mortos e cerca de cem foram envenenados. Na época, a investigação da polícia local não conseguiu apontar o autor. “Desde que eu moro aqui (há 41 anos), já mataram mais de 50 dos meus gatos”, diz a aposentada Terezinha Aparecida Faiane, de 68 anos. “Agora, de uns dois meses pra cá, já mataram quatro.”

Entre a quinta-feira (6) e o sábado (8), a única veterinária da cidade atendeu cinco cachorros envenenados em sua clínica. “Todos tinham sido envenenados com chumbinho”, afirma Angélica Bezzan. “Atendi esses cinco porque os donos trouxeram rápido, mas a grande maioria nem cuida e deixa morrer na rua mesmo.”

Mais difícil do que a missão do único investigador da Polícia Civil de Sales Oliveira é não encontrar cachorros andando pelas ruas aos bandos. Muitos deles têm donos, mas são criados livremente. E essa pode ser a principal causa dos assassinatos. “A cidade é pequena e muitos moradores reclamam que os cães saem das casas”, diz Mirella Granville, ativista dos direitos dos animais. “Não temos uma contagem certa além desses 35 porque muitos morrem pelas ruas e a Vigilância Sanitária recolhe e leva para o lixão.”

Dentro de casa

Ela afirma que antes as mortes aconteciam durante a noite. Agora, os casos começaram a acontecer em plena luz do dia, dentro dos quintais das casas de Sales Oliveira. Assim foi com Cisca, uma vira-lata pequena e franzina que era criada ao lado de Roger, um cão da raça fila que escapou da morte por ser bem maior que sua companheira e por ter conseguido vomitar o veneno.

Há um mês, numa segunda-feira, às 16h, a cabeleireira Elita Rodrigues Melo, de 26 anos, estava na porta da cozinha de sua casa quando viu Cisca correr para o fundo do quintal. “Quando ela voltou já estava tonta, começou a babar e a se debater”, diz. “Olhei para o Roger e ele estava com os mesmos sintomas.” Meia hora depois, foi a vez de Julinha, uma cadela basset hound, da vizinha de Elita começar a passar mal. “Dei falta dela e quando fui até a calçada ela estava lá morrendo”, conta a dona de Julinha, Fernanda Regia Lima Guim, de 35 anos.

Quatro dias depois, Pitoco, outro cachorro da vizinhança, também teve o mesmo fim. “Aconteceu do mesmo jeito da Julinha”, diz sua dona, Suzimara Cristina de Oliveira, de 17 anos.

Mirella Granville, ativista dos direitos dos animais

Nenhuma delas fez boletim de ocorrência, o que leva os moradores de Sales de Oliveira a suspeitar que o número de mortes possa ser bem maior do que os 35 casos. “Não fiz o B.O. porque não ia dar em nada mesmo”, diz Fernanda. “A gente fica com medo porque ele joga o veneno dentro do quintal e uma criança pequena, como a minha, pode pegar e colocar na boca”, complementa Elita.

Apenas dois boletins de ocorrência foram registrados na delegacia neste ano apontando a morte de cachorros. Oficialmente a polícia só tem informações de quatro casos apontados por essas ocorrências. Quem os registrou foi a inspetora escolar Izilda de Jesus Correa, de 51 anos.

Acostumada a percorrer os açougues da cidade em busca de retalhos de carne para alimentar os cachorros de rua, e a “pendurar” no caderninho que mantém na farmácia remédios para sarna e machucados, no dia 27 de abril ela saía da escola quando encontrou os quatro cachorros mortos. Foi até sua casa buscar gelo para conservar os corpos dos animais e quando voltou a Vigilância Sanitária já tinha levado as carcaças para o aterro sanitário. “Fui até lá, no meio do lixo, peguei os corpos mandei para Franca para fazer a necropsia”, diz.

O resultado chegou poucos dias depois. O laudo é claro e aponta que os cães tinham em seus estômagos uma mistura de salsicha e chumbinho.

Problema público

Mirella afirma que foi preciso ir à prefeitura e reclamar para que os cães mortos parassem de ser levados para o aterro sanitário da cidade. “Isso não pode acontecer porque o chumbinho é altamente tóxico e leva cerca de três anos para se degradar no solo a céu aberto”, diz.

A ativista reclama da forma como a administração municipal vinha tratando do problema em que se transformou os cachorros soltos pelas ruas. “Não temos um centro de zoonoses, então a Vigilância Sanitária recolhia os cachorros da rua e afirmava que levava para uma fazenda em Franca”, diz ela.

Um lei estadual de 2008 criou a figura do “cão comunitário” – de acordo com a definição: aquele que estabelece com a comunidade em que vive laços de dependência e de manutenção, embora não possua responsável único e definido.

De acordo com a lei, o animal reconhecido como comunitário “será recolhido para fins de esterilização, registro e devolução à comunidade de origem, após identificação e assinatura de termo de compromisso de seu cuidador principal.”

Dessa forma, a vigilância sanitária da cidade não poderia recolher os cães e levá-los para outro local sem devolvê-los. Foi então que o problema começou, diz Mirella. “Reclamamos com a vigilância e eles pararam de recolher os animais. Pouco tempo depois, a matança começou”, revela a ativista. “Acho que existe uma orientação para isso, mas não sei de quem.”

Procurado pela reportagem, o prefeito de Sales Oliveira, João Jeremias Garcia Filho (PSDB) diz que os cachorros que eram recolhidos das ruas da cidade eram somente aqueles que podiam causar riscos aos moradores. “Casos de pessoas que são atacadas também acontecem”, diz ao seu lado, a nora do prefeito, Maria Luiza da Silva, que tem 14 cachorros e viu uma de suas cadelas ser morta no último mês. “Ela era uma mistura de rottweiler com pit bull, mas era muito mansa.”

Garcia Filho, que está em seu segundo mandato, se diz preocupado com a situação e afirma ter mandado um ofício para o delegado local “para que ele se empenhe em resolver essa situação que é um absurdo.” “O importante é que se pegue essa pessoa de uma vez por todas”, afirma o prefeito. “Mandei o ofício para o delegado para tentar prender esse cara, sem contar que é uma propaganda negativa da cidade.”

Até isso acontecer os moradores de Sales Oliveira continuam com medo e tratam de prender seus cães. Na casa da fonoaudióloga Christianne Roso da Silva Miotto, os três cães foram colocados dentro de um cercado improvisado numa área do quintal distante do muro. “Não deixo mais eles soltos no quintal de jeito nenhum e rezo bastante para que esse absurdo termine logo”, desabafa.

Médico brasileiro desvenda gene que causa paralisia repentina e periódica

Problema afeta homens que têm problemas na glândula tireoide. Movimento de braços e pernas pode desaparecer sem motivo aparente.

Há quatro anos, Cláudio de Moura acordou durante a madrugada para ir ao banheiro, mas seus braços e pernas não obedeceram. Ele chamou a esposa, que teve dificuldade em acreditar no que via: de uma hora para outra, o marido parecia tetraplégico. O vizinho, que deu carona até o hospital, também não entendeu. Colocou Cláudio no banco de trás, e o corpo do jovem de 25 anos despencou.

Uma injeção de potássio trouxe de volta os movimentos, mas não impediu que a paralisia voltasse mais três vezes na mesma semana. O problema só foi resolvido quando o levaram para o um hospital universitário, onde a doença foi identificada. Tratava-se de paralisia súbita associada a hormônios em excesso lançados no sangue pela glândula tireoide, que fica no pescoço.

"Fiquei muito assustado. Pensei que havia perdido os movimentos do corpo. Tinham de me pegar no colo. Era tomar o potássio e eu voltava ao normal. Parecia mágica", conta o jovem, que é manobrista em São Paulo. Gene descoberto O problema, conhecido na área médica como Paralisia Periódica Hipocalêmica Tirotóxica (PPHT), atinge 1% dos homens que têm hipertireoidismo, mas até agora ninguém sabia por que alguns desenvolviam a doença e outros não. Uma pesquisa levada a cabo pela Unifesp, contudo, identificou os genes responsáveis e conseguiu mapear todo o processo que culmina nessa "tetraplegia periódica".

"São pessoas que têm alterações no canal de potássio da célula [que permite a entrada ou saída da substância química]. Conseguimos identificar que os pacientes com paralisia têm mutações nesse local", explica o endocrinologista Magnus Dias da Silva, responsável pela pesquisa.

Com a falta de potássio, os estímulos cerebrais que fazem os músculos se contraírem não conseguem chegar até os braços e pernas, e a pessoa perde os movimentos.

Doença desconhecida Segundo o médico, a doença é rara e por isso não é levada em consideração na hora do diagnóstico, principalmente porque grande parte dos pacientes chega ao hospital depois que a crise passou. "O indivíduo é tachado como preguiçoso, histérico, psiquiátrico. Nos pacientes que acompanhamos, 70% deles tomavam remédio psiquiátrico", relata.

Foi justamente uma avaliação errada que despertou o interesse de Magnus pela doença. "Era um rapaz de 19 anos que apareceu no hospital em uma segunda-feira às cinco da manhã. Achei que ele queria um atestado para não trabalhar. Dei alta, e uma semana depois ele voltou em uma cadeira de rodas com a esposa."

Quando a noite acaba em pizza A paralisia periódica acomete principalmente homens asiáticos, e a crise costuma ocorrer à noite, depois de uma grande ingestão de carboidratos. No Oriente, a comida vilã é o arroz. Aqui, o problema é a massa. "Trinta por cento dos pacientes que participaram da pesquisa tiveram crise depois de comer pizza em rodízio", conta o médico na Unifesp.

As pernas são os primeiros órgãos afetados pela paralisia. Dependendo do problema, os braços também perdem o movimento e o coração corre o risco de sair do ritmo. "O potássio, quando cai, pode causar arritmia. Isso pode ser uma causa de morte, até mesmo de morte súbita", explica Magnus.

Apesar de assustarem, as crises de paralisia desaparecem com o tratamento do hipertireoidismo. Foi o que ocorreu com Cláudio de Moura, que com dois comprimidos por dia regula a produção de hormônios e nunca mais precisou ser carregado ao hospital.

Feirão da Casa Própria em SP terá quase 152 mil imóveis

Evento ocorrerá de 13 a 16 de maio no Centro de Exposições Imigrantes. Há opções na capital, ABC e Baixada; confira lista de imóveis novos.

A sexta edição do Feirão da Casa Própria, que ocorre entre 13 e 16 de maio em São Paulo, terá quase 152 mil imóveis novos, usados e na planta, segundo a Caixa Econômica Federal, que realiza o evento.

Conforme a Caixa, são 51,4 mil imóveis novos e 100,4 mil imóveis usados. Há opções na capital paulista, no ABC paulista e na Baixada Santista - clique aqui para conferir a lista de empreendimentos novos. Juntos, todos os imóveis somam R$ 24,6 bilhões.

O financiamento pela Caixa, porém, só é garantido aos imóveis novos. Nesses casos, podem ser 100% financiados e o pagamento pode ocorrer em até 30 anos.

A Caixa espera 120 mil pessoas para o feirão durante os quatro dias e prevê que sejam fechados negócios no valor total de R$ 1,5 bilhão.

Segundo o banco, 114 construtoras vão levar ofertas de imóveis, além de imobiliárias. Haverá estandes de cartórios e da prefeitura, para questões de documentação. A Caixa terá uma agência no feirão para prestar informações sobre linhas de crédito e fazer simulação de financiamento. É possível obter informações também em agências fora do feirão e no site da Caixa.

Os imóveis podem ser financiados pelo Minha Casa, Minha Vida para pessoas com renda de até R$ 4.650. Para financiar por meio da Carta de Crédito FGTS, a renda não pode exceder R$ 4.900. Nos dois casos, o imóvel precisa estar avaliado em até R$ 130 mil para regiões metropolitanas.

Quem possui FGTS pode utilizar o saldo para reduzir o financiamento ou para compra total desde que o imóvel custe até R$ 500 mil. O comprador não pode ter outro imóvel na localidade onde resida ou trabalhe.

Os interessados em comprar imóveis no evento precisam levar documento de identidade, CPF, comprovante de residência e os três últimos holerites. Autônomos ou trabalhadores informais devem levar extratos bancários e fatura dos três últimos meses do cartão de crédito.

Serviço Feirão da Casa Própria em São Paulo Dias 13 e 14 de maio, das 10h às 21h Dias 15 e 16 de maio, das 9h às 20h Centro de Exposição Imigrantes - Pavilhão I e Espaço Gourmet Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Jabaquara

Menino é único a sobreviver a queda de avião que matou 103 na Líbia

Ministério do Transporte confirmou mortes de todos os demais a bordo. Airbus vinha da África do Sul e tentava pousar em Trípolí.

Um Airbus de uma empresa líbia caiu nesta quarta-feira (12) quando tentava pousar em Trípoli, capital da Líbia, matando 103 das 104 pessoas que estavam a bordo. Um garoto holandês de 10 anos foi o único sobrevivente, segundo o ministro líbio de Transportes.

O Airbus A330-200 estava em operação desde setembro do ano passado e voava de Johannesburgo, na África do Sul, rumo à capital líbia, quando caiu por volta das 6h locais (1h de Brasília).

Autoridades holandesas confirmaram que 61 turistas do país morreram no acidente. Autoridades locais disseram que havia 22 líbios a bordo, mas não foram reveladas as identidades dos demais mortos.

"Todo mundo está morto, exceto uma criança", disse o ministro líbio de Transportes, Mohamed Zidan. O avião levava 93 passageiros e 11 tripulantes. A aeronave era operada pela companhia líbia Afriqiyah Airways.

O ministro disse que os investigadores estavam tentando descobrir a causa do acidente, mas descartou a hipótese de terrorismo. O sobrevivente está ferido, mas não corre risco de vida. "A criança está em boas condições e foi hospitalizada para exames", disse o ministro.

Informações A Afriqiyah Airways forneceu dois números de telefones para que familiares possam buscar informações: 0213341181 (na Líbia) e +442033552737 (ligação internacional).

A Airbus também se manifestou: "A Airbus fornecerá assistência técnica total para as autoridades responsáveis pela investigação do acidente com o Bureau d'Enquête et d'Analyse (BEA)".

Sete crianças e professora morrem esfaqueadas em creche na China

Agressor ainda feriu mais 12 pessoas, e depois se matou. Foi o quinto caso semelhante registrado no país em menos de dois meses.

Sete crianças e uma professora foram esfaqueadas e mortas durante um violento ataque a uma creche no noroeste da China na manhã desta quarta-feira (12), no quinto caso semelhante registrado no país desde 23 de março. Pelo menos mais 12 pessoas foram feridas durante as agressões, informou a agência estatal chinesa Xinhua.

A estatal havia informado anteriormente, com base na informação de Liu Xiaoming, porta-voz da cidade de Hanzhong Nanzheng, que sete crianças morreram durante o ataque. Mas Xiaoming corrigiu a informação à Xinhua, ao incluir mais uma vítima fatal, a professora Wu Hongying.

Entre as crianças mortas, estão cinco meninos e duas meninas. AS idades não foram informadas. Onze crianças e um adulto ficaram feridos e foram levados para um hospital da região. Duas crianças estariam em estado grave.

O ataque ocorreu numa creche no município de Hanzhong Nanzheng, na província de Shaanxi, por volta de 8h (21h de terça-feira, 11, em Brasília) .

Segundo a Xinhua, o responsável pelo ataque, um homem de 48 anos identificado como Wu Huanmin, se matou. De acordo com versão das autoridades locais, o homem deixou o prédio após as agressões e voltou para casa, onde se suicidou. O motivo do ataque não é conhecido.

Série de ataques A série de agressões na China começou no dia 23 de março, quando Zheng Minsheng, um cirurgião que tinha perdido seu trabalho e sua namorada, matou a punhaladas oito crianças e outras cinco na porta de um colégio na província sudeste chinesa de Fujian.

Zheng foi condenado à morte, e no mesmo dia de sua execução, 28 de abril, outro homem armado com uma faca feriu 16 crianças e um professor na província sulina de Cantão.

Um dia depois, outro homem feriu com arma branca 29 crianças e três adultos em uma creche da cidade de Taixing, na província oriental chinesa de Jiangsu.

Passados mais dos dias, em 30 de abril, cinco crianças e um professor ficaram feridos quando um homem os atacou com um martelo de ferro, para depois se matar em um jardim de infância na província de Shandong (leste da China).

Antes, em 13 de abril, outro homem, armado com uma faca de cozinha, atacou crianças e adultos em uma escola de Sichuan (sudoeste), causando a morte de um menor de idade e uma mulher e ferindo outros três estudantes.

Os incidentes, causados todos por homens de 30 ou 40 anos, alertou o país, e, por isso, desde 4 de maio há mais guardas de segurança trabalhando nas portas dos colégios. Em algumas zonas do país foi pedido a policiais e guardas alocados junto a escolas que "disparassem para matar" qualquer suposto atacante.

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