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‘O impossível está na mente dos acomodados’, diz surfista amputado

Alcino Neto, de 39 anos, perdeu a perna esquerda aos 14. Hoje ele é campeão mundial de surf adaptado.

“O impossível está na mente dos acomodados”. A mensagem é forte – e o autor também.

Surfista desde os 8 anos de idade, Alcino Neto, conhecido nas areias do Guarujá como “Pirata”, foi atropelado aos 14 anos por um motorista embriagado e perdeu a perna esquerda. Mas não abandonou a paixão pelas ondas.

Depois de um período de recuperação, ele voltou à praia com uma missão: mostrar que o esporte é para todos e que os limites estão aí para serem vencidos.

Alcino, hoje com 39 anos, é o destaque desta quarta-feira (7) na série especial do G1 sobre histórias de superação. Todos os dias, você pode conferir outras na novela "Viver a Vida".

“Com esse acidente, houve uma mudança muito grande em minha vida. E eu acredito que essa mudança foi para melhor”, conta. “Eu consegui, além de me superar, ajudar outras pessoas”.

Apenas seis meses depois do acidente, Alcino voltou a nadar. O próximo passo, natural, veio dois anos depois: voltar para a prancha. “Eu voltei com um novo estilo, com uma mão na frente e a perna atrás”, conta.

Com o passar dos anos, ele foi além: passou não apenas a praticar o surf, mas a ensinar. No Canto do Maluf, no Guarujá, ele montou uma escola de surf voltada especialmente para deficientes físicos e crianças carentes, a Pirata Surf.

O local virou “base” para promover o “surf adaptado”, para pessoas com qualquer tipo de deficiência. Alcino viajou o mundo todo divulgando a prática - da Indonésia à Flórida, onde foi o primeiro campeão mundial desse estilo.

Segundo ele, o surf é um esporte para todos. “Atletas com diversos graus de deficiência podem praticar o surf adaptado. Nós podemos superar todos os limites se tivermos força de vontade”, acredita. “A gente precisa ter luta, ter garra, precisa querer e correr atrás. Nada é fácil, mas é tudo simples”, afirma Alcino.

Engenheiro é preso por suspeita de racismo contra segurança de escola

Os dois discutiram por causa do barulho das crianças na tarde de terça. Testemunhas confirmaram ofensas feitas pelo preso em São Paulo.

Um engenheiro foi preso na Zona Sul de São Paulo por suspeita de racismo. A vítima é um segurança de uma escola infantil, vizinha à casa do suspeito. Os dois começaram a discutir na tarde de terça-feira (6) por causa do barulho dos alunos.

O segurança Delcio Joaquim Gonçalves, de 52 anos, trabalha em uma escola que fica no Campo Belo. Na tarde de terça, o engenheiro vizinho do local começou a discutir com ele e proferiu ofensas em relação à cor de sua pele. A Polícia Militar foi chamada, e testemunhas confirmaram as ofensas. Todos foram levados para a delegacia, onde o engenheiro foi preso em flagrante por injúria racial. O crime é inafiançável, e se condenado pela Justiça, ele pode pegar uma pena de até três anos de prisão.

Para o diretor da escola, a prisão mostra que o preconceito independe da classe social. O engenheiro será transferido para a carceragem do 40º Distrito Policial, na Vila Santa Maria, na Zona Norte, onde ficam presos com nível universitário.

Para PF, indiciado não teve dificuldade para furtar prova do Enem

Imagens do circuito interno de gráfica registram momento do furto. Inquérito foi encerrado com cinco pessoas indiciadas.

A Polícia Federal encerrou o inquérito sobre o furto das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com cinco pessoas indiciadas. A orientação é para que o Ministério da Educação corrija a segurança no próximo exame. Nesta terça-feira (6) foram divulgadas as imagens do momento em que as provas foram furtadas. Veja o site do Jornal Nacional Segundo a Polícia Federal, Felipe Pradella, o mentor do roubo das provas do Enem, não teve dificuldade alguma pra agir. Na imagem, de acordo com a investigação, ele aparece pegando a prova. Pouco depois, entrega o material para um comparsa, Marcelo Sena, que coloca a prova na blusa. Os dois saem em direção a um depósito, sem levantar nenhuma suspeita.

O primeiro dia do roubo não foi flagrado pelas câmeras. A investigação mostrou que na véspera, dia 21 de setembro, Felipe Pradela pediu a Felipe Ribeiro, colega de trabalho, que levasse o caderno 1 da prova. O que foi feito, segundo os indiciados, sem qualquer dificuldade.

As investigações mostram ainda que, de posse dos dois cadernos, Felipe Pradela entrou em contato com o DJ Gregory Camilo, amigo de infância. Gregory conhecia o publicitário Luciano Rodriguez, dono de uma pizzaria, e poderia facilitar a aproximação com jornalistas.

A investigação também deixou claro que ninguém tinha uma função específica no consórcio Connasel. Segurança atuava como empacotador, empacotador agia como segurança. Segundo a Polícia Federal, essa fragilidade foi fundamental para que as provas fossem roubadas tão facilmente.

“Com relação à fragilidade do sistema de segurança, isso vai ser destacado no relatório do inquérito policial. Será feito um documento para a direção geral, que servirá de subsídio para que o Ministério da Educação, nos próximos concursos, aprimore o sistema de segurança da impressão e distribuição das provas”, diz Marcelo Sabadin, chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal no Estado de São Paulo.

Brasil deve ganhar mais 35 salas de cinema digital até 2010

Festival do Rio promoveu debates sobre produção de filmes em 3D. 'Toy story 3' e 'Alice no País das Maravilhas' serão exibidos no formato.

O Brasil deve chegar a um total de 110 salas de cinema digital até o início de 2010. A estimativa é de Luiz Gonzaga de Luca, diretor de Relações Institucionais do Grupo Severiano Ribeiro, que mediou debates com profissionais da área de produção de filmes em três dimensões nesta terça (6), durante o Festival do Rio. “Além das já 75 salas existentes, outras 35 devem entrar em funcionamento no país até o início do próximo ano”, disse Gonzaga. Tieres Tavares, representante da On Projeções nos Estados Unidos, também aposta que 2010 será o ano do formato digital na telona. Especializada em projeções especiais e exibições em painéis de LED, a empresa também fornece equipamentos aos cinemas brasileiros.

"Apesar do alto custo de instalação de uma sala digital, cerca de R$ 500 mil por sala, com pequenas variações, acredito que o mercado brasileiro já esteja preparado para investir nessas salas e abrigar a crescente demanda de filmes em 3D", disse Tavares. Mesmo com todo o fascínio que o formato provoca, principalmente nas crianças, Joe Peixoto, presidente da Real D — também fornecedora de equipamentos e softwares para este tipo de exibição —, afirma que nada substitui uma boa história. "Independentemente do formato em que é apresentado, o conteúdo dos filmes ainda é mais importante. Sem um bom enredo, filme nenhum fará sucesso. Tanto que, ainda hoje, temos filmes em preto e branco supercultuados e que continuam despertando interesse nas novas gerações", diz Peixoto. Durante a palestra, foram exibidos trailers das próximas produções em 3D que chegarão ao mercado brasileiro, caso da animação "Toy story 3"; "A christmas carol", com Jim Carrey e Gary Oldman, com direção de Robert Zemeckis; e "Alice no País das Maravilhas", adaptação de Tim Burton para o livro clássico de Lewis Carrol, com Johnny Depp.

Produção brasileira

Entre os debatedores, o consenso é de que, no Brasil, a produção em 3D está praticamente restrita aos filmes publicitários para o cinema. E com resultados recompensadores. Rodrigo Olaio, sócio-diretor da 3D Mono, empresa que produziu a primeira peça publicitária em três dimensões do Brasil, conta que, apesar do custo um pouco mais alto, o impacto sobre o espectador é muito maior.

"Isso já foi comprovado com base em pesquisas de mercado. A mídia 3D realmente funciona, mas o contratante deve ter em mente que o conteúdo produzido para um anúncio no formato tem que ser totalmente diferente do veiculado em outro meio", destaca Olaio. Rodrigo Paulo, diretor comercial da 3D Impact Media, também faz um alerta aos possíveis interessados em ver seu produto anunciado em três dimensões. "Por economia, alguns clientes preferem apenas a conversão de 2D para 3D. Não é a mesma coisa. A adaptação não funciona. A peça deve ser pensada como 3D desde o início", avisa.

Astrônomos descobrem anel gigante em torno de Saturno

O maior anel do planeta abrigaria 1 bilhão de Terras dentro de seu diâmetro.

Cientistas da Nasa (Agência Espacial americana) descobriram um anel gigante em torno de Saturno, em cujo diâmetro caberiam alinhados 1 bilhão de planetas do tamanho da Terra. Sua parte mais densa fica a cerca de 6 milhões de quilômetros de Saturno e se estende por outros 12 milhões de quilômetros, o que o torna o maior anel de Saturno. A altura do halo é 20 vezes maior que o diâmetro do planeta.
"Trata-se de um anel superdimensionado", definiu a astrônoma Anne Verbiscer, da Universidade da Virgínia em Charlottesville e uma das autoras de um artigo sobre a descoberta publicado na revista científica "Nature". "Se ele fosse visível a partir da Terra, veríamos o anel com a largura de duas luas cheias, com Saturno no meio", comparou a cientista. Quase invisível Anne e seus colegas utilizaram uma câmera de infravermelho a bordo do telescópio espacial Spitzer para fazer uma "leitura" de uma parte do espaço dentro da órbita de Phoebe, uma das luas de Saturno.

Segundo a astrônoma, o anel é praticamente invisível por telescópios que utilizam luz, já que é formado por uma fina camada de gelo e por partículas de poeira bastante difusas. "As partículas estão tão distantes umas das outras que mesmo se você ficasse em pé em cima do anel, não o veria", disse Anne. Os cientistas acreditam que a lua Phoebe é que contribuiu com o material para a formação do anel gigante, ao ser atingida por cometas. A órbita do anel está a 27 graus de inclinação do eixo do principal e mais visível anel de Saturno.

Mistério

Os cientistas acreditam que a descoberta do anel poderá ajudar a desvendar um dos maiores mistérios da astronomia - a lua Iapetus, também de Saturno. A lua foi descoberta pelo astrônomo Giovanni Cassini em 1671, que percebeu que ela tinha um lado claro e outro bastante escuro, como o conhecido símbolo yin-yang.

Segundo a equipe de Anne, o anel gira na mesma direção de Phoebe e na direção oposta a Iapetus e às outras luas e anéis de Saturno. Com isso, o material do anel colide constantemente com a misteriosa lua, "como uma mosca contra uma janela".

Viajante que saiu de casa com menos de R$ 3 quer vir ao Rio nas Olimpíadas 2016

Keiichi Iwasaki, de 37 anos, passou por 37 países, sempre de bicicleta. Em entrevista ao G1, ele disse que gostaria de conhecer o Brasil.

Ele saiu de sua casa, no Japão, com US$ 1,5 (cerca de R$ 2,6) para fazer uma viagem de bicicleta pelo seu país. Mas a viagem acabou durando mais do que ele imaginava. Hoje, ele tem 2 mil euros no bolso - ganhos fazendo mágicas pelas ruas - e um álbum de fotos com registro de 37 países.

O viajante Keiichi Iwasaki, que está agora na Suíça, disse em entrevista ao G1 por e-mail (num inglês um tanto complicado de entender) que só voltará para casa depois de dar a volta ao mundo. Ele parabenizou o Brasil por sediar asOlimpíadas de 2016 e disse que gostaria de estar no país nessa época - embora admita que talvez passe pelo Rio de Janeiro antes disso.

Veja abaixo a íntegra da entrevista com Iwasaki:

G1 - Por que você decidiu viajar de bicicleta?

Keiichi Iwasaki - Eu queria ver o mundo, e não é a mesma coisa quando se vai de avião, pois é muito rápido para ver tudo. Se eu for do Japão ao Brasil, eu só posso ver as cidades da minha janela.

G1 - Há quantos anos você está viajando?

Keiichi Iwasaki - Eu comecei a viagem em 15 de abril de 2001, quando tinha 28 anos. No primeiro ano, eu viajei pelo Japão, e em 2002 eu fui para a Coreia do Sul.

G1 - Quanto de dinheiro você levou e quanto você tem agora no seu bolso? Keiichi Iwasaki - Quando comecei essa viagem eu tinha apenas 160 ienes (cerca de US$ 1,5) e não tinha nenhum cartão de crédito ou cheques de viagem. Eu ganhei dinheiro fazendo truques de mágica pelas ruas, como acabei de fazer onde estou, na Suíça. Ganhei 2 mil euros, e agora é a minha fase mais rica de toda a viagem, mas muitas vezes eu não tinha nem um centavo no caminho. G1 - O que você leva com você? Keiichi Iwasaki - Eu tenho uma barraca, um saco de dormir, roupas (até de inverno), coisas para cozinhar, panelas e um pequeno fogão. Também tenho material digital para registrar minha viagem. Tudo pesa quase 25 kg e é suficiente para viver. Quando eu comecei a viagem, eu só tinha uma faca e uma escova de dente e uma câmera, mas agora as coisas aumentaram, odeio isso.

G1 - Você tem planos para visitar a América do Sul e o Brasil? Quando? Keiichi Iwasaki - Eu gostaria de ir para a América do Sul depois de ir à África. Estou ansioso para ir! Queria ver o Rio de Janeiro e o carnaval e acho que ver o Rio nas Olimpíadas - mas acho que passarei pela cidade antes de 2016. G1 - Sua bicicleta é a mesma de quando você partiu? Keiichi Iwasaki - Essa é a minha quinta bicicleta. A primeira foi roubada em Hong Kong, a segunda quebrou na Tailândia, a terceira quebrou na Holanda e a quarta foi roubada na Espanha. Sempre uso bicicletas simples, e até a terceira, não usava com marchas. Agora estou usando uma com três marchas, mas não é preciso uma bicicleta especial para se viajar.

G1 - Você trabalha nos lugares em que para? Keiichi Iwasaki - Geralmente eu faço truques de mágica nas ruas e ganho o dinheiro para viver. É suficiente no verão. Ano passado eu estava no sul da Espanha e consegui ganhar dinheiro para o verão todo. Mas há dois anos na Hungria era inverno e estava frio demais para fazer apresentações nas ruas, então eu trabalhei em um hotel durante a estação.

G1 - O que você acha que aprendeu nesses anos de viagem pelo mundo? Keiichi Iwasaki - Antes de começar a viagem eu tinha muito medo de conhecer outros países e hoje eu vejo que, apesar de a cultura e a língua serem diferentes, somos iguais. Além de ver a natureza, que é linda.

G1 - Quantos países você já visitou? Keiichi Iwasaki - Depois do Japão, eu fui para Coreia do Sul, China e Hong Kong, Vietnã, Camboja, Tailândia, Malásia, Cingapura, Laos, Nepal, Índia, Bangladesh, Paquistão, Irã, Azerbaijão, Geórgia, Turquia, Grécia, Bulgária, Macedônia, Albânia, Montenegro, Croácia, Bósnia, Sérvia, Hungria, Eslováquia, República Tcheca, Alemanha, Holanda, Bélgica, França, Inglaterra, Espanha, Portugal, Andorra e Suíça.

G1 - Você pretende voltar ao Japão? Quando? Keiichi Iwasaki - Sim, após dar a volta no mundo eu gostaria de voltar ao Japão. mas não sei, acho que isso será daqui mais de cinco anos.

Arqueólogos amadores acham maiores pegadas de dinossauro do mundo

Rastro descoberto na França foi deixado por animais de até 40 toneladas.

Uma dupla de caçadores amadores de fósseis da França descobriu o que se acredita serem as maiores pegadas de dinossauro já encontradas no mundo. A descoberta de Marie-Helène Marcaud e Patrice Landry, no vilarejo de Plagne, perto de Lyon, em abril, foi confirmada na terça-feira (6) por pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS, na sigla em francês). Segundo os cientistas, as pegadas se estendem por uma distância de centenas de metros e foram deixadas por saurópodes - herbívoros gigantes de pescoço comprido. "Vamos fazer mais escavações nos próximos anos e esperamos que elas revelem que o sítio arqueológico de Plagne é um dos maiores do tipo no mundo", disse Jean-Michel Mazin, pesquisador do CNRS.

Os cientistas informaram que as pegadas têm formas circulares com diâmetros que variam de 1,2 metro a 1,5 metro, o que significa que foram deixadas por animais de até 40 toneladas, e com mais de 25 metros de comprimento.

As bordas das pegadas têm um sedimento calcáreo, que data do período Jurássico (há cerca de 150 milhões de anos), quando a região era coberta por um mar morno e raso.

Apesar de o rastro ter sido deixado por animais gigantescos, eles não foram os maiores dinossauros já conhecidos.Alguns cientistas acreditam que o Amphicoelias fragilimus, também da família dos saurópodes, pesavam até 122 toneladas e teriam de 40 a 60 metros de comprimento.

Mulher que sumiu não reconhece rosto de ‘amor bandido’ em arquivos da polícia

Sandra apontou rostos parecidos em fotos para ajudar na identificação. Auxiliar sumiu por 5 dias para viver com assaltante que fingiu ser médico.

A auxiliar administrativa Sandra Regina Martins, de 39 anos, não reconheceu nenhum dos rostos dos retratos apresentados a ela pelos investigadores durante seu depoimento de mais de oito horas no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) na segunda-feira (5). “Apontei alguns que eram parecidos com o Juan, para tentar ajudar na identificação. Mas nenhum era ele”, disse.

Juan é o homem que ela conheceu na Estação Sé do Metrô no dia 21 e com quem viveu um “amor bandido”, como ela própria definiu, por cinco dias pelas ruas de São Paulo. Depois de conhecer e se envolver com Juan, que se apresentou como médico e, posteriormente, afirmou ser um assaltante de bancos, Sandra Regina desapareceu no dia 29, uma terça-feira, e só retornou para casa, na Zona Sul de São Paulo, no sábado seguinte (3). Neste período, os pais, os irmãos e a filha de 11 anos quase não tiveram notícias dela e chegaram a temer pelo pior.

Depois de prestar depoimento no DHPP, Sandra Regina foi orientada pelos policiais a passar também no Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic). “Os policiais querem que eu veja mais rostos de pessoas de outros estados para tentar reconhecê-lo”, afirmou.

De acordo com ela, Juan havia dito que tinha sido condenado por infringir vários artigos do Código Penal e que tinha saído recentemente da prisão. Chegou, inclusive, a mostrar um alvará de soltura com data recente. Além disso, o homem também lhe disse que tinha um irmão gêmeo, criminoso como ele.

A prisão deste irmão, de nome Adriano, foi um dos motivos alegados por ele para o casal se separar no sábado. “Meu irmão foi preso. Eu estava pressentindo isso. Você comigo me arrisca e você se arrisca. Não quero que ninguém machuque você na rua. Vamos ter que se separar só esta noite, mas eu te amo”, disse Juan para Sandra, segundo relato dela ao G1, na noite desta segunda-feira. Antes de se separarem, juraram se reencontrar às 11h de domingo (4) em frente à Catedral da Sé, no Centro. “Só não vou se eu morrer” foram as palavras dele, segundo ela, antes da despedida. O reencontro não aconteceu. Cansada, Sandra foi se encontrar com uma amiga em Santana, na Zona Norte, no sábado à noite e de lá foi levada para a casa dos pais, onde mora.

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