NOTICIAS RIO DE JANEIRO
Novo modelo de gestão
Câmara aprova em primeira votação proposta de Paes e transfere para Organizações Sociais administração de unidades de Educação e Saúde. Emendas excluíram escolas e hospitais
A proposta do prefeito Eduardo Paes de passar para Organizações Sociais (OSs, entidades sem fins lucrativos) a administração de serviços como educação e saúde foi aprovada ontem em sessão acalorada da Câmara. Em primeira discussão, o projeto passou por 38 votos a 11. Houve intensa negociação e o texto acabou recebendo oito emendas, que podem ser ampliadas na segunda discussão. Houve protesto de servidores nas galerias e do lado de fora.
A negociação para a aprovação do projeto teve a participação direta do secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Teixeira, que ficou na Casa até o fim da votação, à noite. Ele admitiu imperfeições no texto e comemorou o resultado, elogiando as alterações feitas por vereadores. “As emendas só melhoraram o projeto”, avaliou o secretário.
O prefeito divulgou nota elogiando a Câmara e afirmando que o resultado permitirá gestão mais eficiente. Com a nova redação, as OSs só poderão administrar creches e unidades de reforço escolar, o Hospital de Acari e novas unidades de saúde, além de serviços de ciência e tecnologia, meio ambiente e cultura. Foi exigido mínimo de dois anos de experiência e outros critérios de qualificação. Mas a exigência de licitação e a presença do poder público nos conselhos administrativos das OSs ficaram de fora.
Servidores protestam contra OSs
A Câmara foi pequena para o número de profissionais de Saúde e Educação que foram pressionar os vereadores a votar contra o projeto. As galerias ficaram lotadas e o prédio precisou ser fechado para não ser invadido por quem não conseguiu entrar. Foi chamado reforço policial. Os sindicatos consideram o emprego das OSs como privatização e defendem a contratação só de concursados. A prefeitura, no entanto, afirma que os funcionários poderão ganhar mais com elas.
Médico de Fábio Assunção diz que ele cumpriu bem todas as etapas
Fábio Assunção deixou a clínica Greenwood, em Itapecerica da Serra, no interior de São Paulo, onde estava internado há quatro meses, quando foi afastado da novela ‘Negócio da China’ para se tratar contra o uso de drogas.
“Fábio cumpriu bem todas as etapas do tratamento, não houve situação de desconforto”, contou o psiquiatra que acompanha o ator, Ricardo Pupo Nogueira.
Segundo informações, porém, o ator teria se internado novamente, há três semanas, em outra clínica, a Bairral, em Itapira — também no interior de São Paulo, só que mais próxima da cidade de Socorro, onde moram os pais do ator. A assessoria de Fábio não confirma. “Estive com ele hoje, precisava lhe dar um abraço, ver como ele estava, decidir o que vamos fazer daqui para frente”, disse a assessora Camila Lamoglia. Na Greenwood, Fábio passou Natal e Ano Novo e, a partir de março, teria recebido visita do filho, João, de 6 anos. Por lá, foi submetido ao tratamento pelo método Minnesota, o mesmo da clínica Bairral. O tratamento tem início com isolamento de cerca de 20 dias, inclusive de parentes, e abstinência completa, visando à mudança no estilo de vida do paciente. “É um programa terapêutico oriundo de clínicas urbanas. A internação é de 28 a 45 dias, pode chegar a 90 dias, em casos raros a 180”, conta o diretor da Associação Psiquiátrica do Rio de Janeiro, Jorge Jaber. No caso do ex-jogador Casagrande, a internação durou um ano, o que segundo o médico pode ser explicado por um problema comum a pacientes famosos. “Quem tem muito sucesso, como o Maradona, costuma negar o problema. Precisa da privação da liberdade e dos prazeres cotidianos, o que leva ao sofrimento e desenvolve a humildade”, diz o médico.
Técnicos analisam mancha em canal da Zona Oeste do Rio
Imagem foi flagrada pelo helicóptero da TV Globo.
Amostras serão recolhidas nesta quinta-feira.
Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente vão na manhã desta quinta-feira (30) ao Canal da Joatinga, na Zona Oeste do Rio, para verificar uma mancha, flagrada pelo helicóptero da TV Globo, que apareceu na água.
Uma linha se forma na água mostrando que uma parte está mais escura. Amostras da água serão recolhidas para análise.
Polícia prende quatro suspeitos de soltar balões
Três deles teriam sido identificados pela internet.
Eles serão indiciados por crime ambiental.
Quatro homens foram presos nesta quarta-feira (29) em cidades da Região Metropolitana do Rio, suspeitos de soltar balões.
Três deles, segundo a polícia, foram presos em São Gonçalo e um em Barreto, Niterói.
A polícia recebeu informações de que um dos presos seria um fabricante de balões. Com ele foram encontrados quatro artefatos em Niterói.
De acordo com a polícia, eles foram identificados em um site fazendo apologia ao crime. Eles vão ser indiciados por crime ambiental, de acordo com a Polícia Civil.
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