03/09/2026

Polícia Penal do RJ deflagra nova fase de megaoperação e apreende 567 celulares e 8 kg de drogas em presídios​‌​

A Secretaria Estadual de Polícia Penal (Seppen) do Rio de Janeiro iniciou, nesta quinta-feira (3), uma nova etapa da Operação Illicitus, intensificando o combate à entrada de celulares e drogas nos presídios fluminenses. O foco principal da ação se concentra no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste da capital, uma medida crucial para a segurança de todo o estado, incluindo cidades como Rio das Ostras e Macaé.

A operação, que já vinha com revistas intensificadas desde agosto, agora mira especificamente o Presídio Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4), onde estão detidos importantes chefes e integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP). A fiscalização também se estende à Portaria Central, ponto estratégico para coibir o fluxo de materiais proibidos.

Combate incessante a ilícitos nas unidades prisionais

Desde o início de agosto, a Operação Illicitus já demonstra resultados significativos, com a retirada de circulação de 567 celulares e cerca de 8 quilos de drogas das unidades prisionais. A apreensão de aparelhos eletrônicos é vital para desarticular a comunicação criminosa de dentro das cadeias, impactando diretamente a criminalidade nas ruas da Região dos Lagos e do Norte Fluminense.

Em uma ação recente, realizada na última segunda-feira (31), 64 telefones foram recolhidos na Cadeia Pública Paulo Roberto Rocha (Bangu C), que custodia integrantes do Comando Vermelho (CV). Essas apreensões são um golpe contra as facções, enfraquecendo sua capacidade de comando e controle.

A operação também tem sido eficaz na identificação de cúmplices externos e internos. No mesmo período, 11 visitantes foram presos após serem flagrados pelos scanners corporais tentando ingressar com materiais proibidos. A surpresa e a gravidade da situação se estenderam à própria corporação, com a prisão de dois policiais penais envolvidos nos esquemas ilícitos.

A Seppen reforça que a vigilância é constante e que a Operação Illicitus continuará em andamento, visando garantir a ordem e a segurança nas prisões do Rio de Janeiro. A desarticulação dessas redes de contrabando é fundamental para a tranquilidade da população do interior do RJ, que sofre os reflexos da criminalidade organizada.

O Rio das Ostras Jornal acompanha o caso e os desdobramentos da Operação Illicitus, mantendo seus leitores informados sobre as ações de segurança que impactam a Costa do Sol e todo o estado. Para mais informações sobre a Secretaria Estadual de Polícia Penal, clique aqui.

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