29/04/2026

Capital paulista registra 2º sarampo importado de guatemalteco em 2026

Imagem gerada com IA
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A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou nesta terça-feira, 28 de maio de 2026, o segundo caso importado de sarampo no território paulista. O diagnóstico foi feito na cidade de São Paulo.

Sarampo: cenário e impactos

O paciente é um homem de 42 anos, residente da Guatemala, que já possuía histórico de vacinação contra a doença. Seu estado de saúde atual não foi divulgado pela pasta.

Este é o segundo registro de sarampo importado no estado de São Paulo no ano de 2026, indicando que a transmissão do vírus não ocorreu localmente. O primeiro caso do ano envolveu um bebê de apenas seis meses, não vacinado, que havia viajado para a Bolívia em janeiro. Em comparação, o ano anterior, 2025, registrou um total de dois casos importados da doença em São Paulo.

Sarampo: Contexto

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alerta que os países das Américas continuam a enfrentar desafios significativos com a doença. No ano de 2025, foram confirmados 14.767 registros de sarampo em 13 nações do continente. Já em 2026, até o momento, mais de 15,3 mil casos foram confirmados, com México, Guatemala, Estados Unidos e Canadá respondendo pela maior parte dessas ocorrências.

O sarampo é uma doença infecciosa de alta contagiosidade, que no passado foi uma das principais causas de mortalidade infantil globalmente. A transmissão do vírus ocorre de pessoa para pessoa, principalmente por via aérea, através de gotículas liberadas ao tossir, espirrar, falar ou até mesmo respirar. A capacidade de contágio é tão elevada que uma pessoa infectada pode transmitir a doença para até 90% dos indivíduos próximos que não possuem imunidade.

Sarampo: Prevenção

Os principais sintomas do sarampo incluem o aparecimento de manchas vermelhas pelo corpo e febre alta, geralmente acima de 38,5ºC. Estes sinais são frequentemente acompanhados por tosse persistente, conjuntivite, coriza e uma sensação de mal-estar intenso.

A doença pode evoluir para complicações graves, como diarreia severa, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite, que é a inflamação do cérebro. Algumas dessas complicações podem ser fatais, ressaltando a seriedade da infecção.

A vacinação é a forma mais eficaz e segura de prevenção contra o sarampo. No Brasil, a imunização faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. A primeira dose, conhecida como tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola), é recomendada aos 12 meses de idade. A segunda dose, a tetra viral (que inclui sarampo, caxumba, rubéola e varicela), deve ser aplicada aos 15 meses.

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Fonte: noticiasaominuto.com.br

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