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| Foto: Ákilla Ribeiro |
O Centro de Educação Ambiental de Rio das Ostras (Cedro), unidade da Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca, recebeu na manhã desta sexta-feira, dia 30 de janeiro, o superintendente de Gestão Ambiental, Ivan Noé, e o secretário municipal de Assistência Social, Carlos Correia, para mais uma entrega de tampinhas plásticas e lacres de alumínio, material recolhido pela unidade para ser doado ao Projeto Socioambiental “Tampinhas que Curam”, iniciativa de São Paulo que une sustentabilidade e solidariedade.
O Cedro é o segundo ponto de coleta de tampinhas plásticas e
lacres de latinhas do Estado do Rio de Janeiro integrado ao Projeto
Socioambiental. Todo o material arrecadado é encaminhado para reciclagem e os
recursos obtidos são revertidos para o apoio a crianças e adolescentes com
câncer em tratamento em todo Brasil.
O superintendente de Gestão Ambiental, Ivan Noé, falou sobre
a ampliação de ações voltadas à sustentabilidade. “Já estamos estudando a
abertura de novos pontos de coleta na Cidade, para além de proteger o Meio
Ambiente, contribuir com os cidadãos que vivem da reciclagem”,
explicou.
TRABALHO INTEGRADO - O secretário Carlos Correia
esteve no Cedro, acompanhado de membros da equipe, para realizar a entrega de
parte das tampinhas e lacres recolhidos nas unidades da Secretaria. A ação
reforça o engajamento do poder público em iniciativas que promovem
responsabilidade social e ambiental. “Participar de projetos como esse é a
certeza de que estamos fazendo um trabalho também social, porque chega a quem
precisa, que são pessoas em situação de vulnerabilidade social”, disse Carlos
Correia.
Também participou do encontro a voluntária Marcely Silveira,
que atua há bastante tempo na coleta do material. Além de mobilizar amigos e
familiares, Marcely realiza a separação e higienização das tampinhas por cor.
Seu trabalho de conscientização alcançou também a empresa onde atua, a
OneSubsea, que hoje mantém recipientes próprios para coleta. Todo o material
reunido é encaminhado por ela ao Cedro.
A coordenadora do Centro de Educação Ambiental, Martha
Evelyn, destacou a importância da mobilização conjunta e aproveitou o momento
para sensibilizar outras secretarias municipais a aderirem ao programa,
implantando pontos de coleta em suas unidades e ampliando o alcance da
iniciativa. “Nós temos projetos para outras ações importantes como
investir na separação de componentes eletrônicos e a coleta de materiais em
eventos”, disse.
Atualmente, o Centro encaminha cerca de 300 quilos de
material reciclável para São Paulo, com apoio logístico das empresas CDA-BC e
RM Express, mobilizadas pelo voluntário Renato Abreu, do projeto Mar sem Lixo,
de Rio das Ostras. Segundo a coordenação do Cedro, o plástico das tampinhas
possui alto valor de mercado, mas os lacres de alumínio são ainda mais
rentáveis que as próprias latinhas, o que justifica o foco do projeto nesses
materiais.
PONTO DE ENTREGA VOLUNTÁRIA - Além de tampinhas
plásticas e lacres de latinhas, o Cedro também recebe outros materiais
recicláveis por meio do Ponto de Entrega Voluntária (PEV), como papel, papelão,
plásticos diversos, metais e vidro. Além disso, o Centro também
recebe óleo de cozinha usado e eletrônicos, contribuindo para a redução de
resíduos destinados a aterros e para a Educação Ambiental da
população.
O atendimento ao público no Cedro ocorre de segunda a
sexta-feira, das 8h às 17h. Mas o PEV fica aberto 24h para receber os materiais
recicláveis, que devem ser entregues separadamente do lixo orgânico e papéis de
banheiro. A participação da comunidade é fundamental para o fortalecimento de
ações que transformam resíduos em esperança, cuidado com o Meio
Ambiente e apoio a quem mais precisa.

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