1/28/2026

Polícia espanhola prende sete suspeitos de estelionato; três são brasileiros

Divulgação. Polícia espanhola

Uma empresa da região de Navarra (norte) havia sido enganada para transferir 8,1 mil euros

As forças de segurança da Espanha detiveram sete pessoas de várias nacionalidades sul-americanas, inclusive do Brasil, suspeitas de integrar uma quadrilha dedicada a estelionatos por meio do método de se passar por uma autoridade eclesiástica.

Os detidos são duas mulheres brasileiras de 36 e 37; um homem brasileiro de 23; duas colombianas de 22 e 26 anos; um venezuelano de 24 e um dominicano de 34 anos.

Aos supostos envolvidos foram atribuídos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, usurpação de identidade, falsificação de documento público e pertencimento a grupo criminoso, segundo informaram as forças policiais nesta terça-feira em um comunicado.

Os agentes constataram que uma empresa da região de Navarra (norte) havia sido enganada para transferir 8,1 mil euros.

Os acusados entravam em contato por telefone com funcionários da empresa afetada passando-se por um responsável relevante do setor eclesiástico; eles geravam uma falsa sensação de urgência econômica e legitimidade para induzir um pagamento imediato.

A vítima em questão denunciou uma chamada telefônica de um número oculto, na qual um interlocutor solicitava dinheiro urgentemente para o pagamento de serviços editoriais.

Após várias tentativas fracassadas em uma primeira entidade bancária, o dinheiro foi finalmente enviado para uma conta no exterior. O pedido posterior de uma segunda transferência despertou as suspeitas da pessoa afetada, que comprovou tratar-se de um golpe.

Os investigadores localizaram domicílios relacionados à atividade criminosa na província de Toledo (centro), além de conexões com outros locais de Espanha e Bélgica.

Em uma residência de Toledo, foi encontrada vasta documentação bancária de entidades espanholas e belgas, bem como cartões SIM de celulares e dispositivos móveis.

As duas mulheres brasileiras e o homem dominicano foram postos à disposição da Justiça e ficaram em liberdade provisória, com a obrigação de se apresentarem ao tribunal a cada 15 dias.

*EFE

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