Secretarias não anunciaram medidas em prol da integração do sistema de bilhetagem.
A promessa de integração entre as bilhetagens do sistema de
transporte público do estado e do município, prometida
no ano passado, não se concretizou até o início de 2026.
Com isso, passageiros seguem precisando usar dois cartões
diferentes para se locomover pela capital e a Região Metropolitana.
Os cartões utilizados são:
- Jaé
(municipal): pode ser usado em BRT, ônibus de linha, VLT, vans e
“cabritinhos”. A tarifa é de R$ 5. O
sistema foi implantado há quase seis meses.
- Riocard
(estadual): válido em barcas, metrô, trem e ônibus intermunicipais.
Atualmente, o metrô é o único modal estadual que aceita o
Jaé, com tarifas que variam de R$ 7,90 a R$ 8,80, dependendo da integração.
Passageiros enfrentam dificuldades
A estudante Vitória Helena Matias, que mora e faz estágio no
Rio, precisa usar dois cartões diferentes para chegar ao trabalho.
Com o Riocard, ela paga R$ 7,60 para embarcar no trem na Central.
Ao chegar em Deodoro, precisa do Jaé para seguir de ônibus até Senador Camará, pagando
mais R$ 5.
“Eu não acho prático usar dois cartões. Acho que um só
seria muito melhor, até porque na correria do dia a dia eu mesmo confundo às
vezes na hora de passar no ônibus. Às vezes eu passo o Riocard e não funciona.
Não é prático”, diz Vitória.
A situação se repete com Sarah, que utiliza o Riocard para
pegar a barca em Paquetá e, depois, o Jaé para seguir até Madureira.
Histórico
Em janeiro de 2025, o então secretário estadual de Transportes, Washington Reis, afirmou que a integração viria após uma licitação da bilhetagem eletrônica.
Por Larissa
Schmidt, Lucas Soares, RJ2



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