O recente anúncio da Prefeitura de Rio das Ostras sobre o novo decreto que visa organizar as atividades noturnas na cidade está gerando intensos debates. Com o lema "Organizar não é proibir, é cuidar", a gestão municipal busca equilibrar o desenvolvimento econômico com o bem-estar dos moradores. Mas será que a medida agrada a todos?
O Posicionamento da Prefeitura
Segundo o governo municipal, o decreto nasce da necessidade
de criar um ambiente mais seguro e previsível para investimentos. O prefeito
defendeu a medida afirmando que uma noite organizada atrai famílias e fortalece
o turismo de forma sustentável.
"Não é sobre acabar com a noite, é sobre transformar
a noite em um ambiente mais seguro, equilibrado e próspero para todos. Rio das
Ostras está avançando para ser uma cidade onde a diversão existe, mas o
respeito vem sempre em primeiro lugar", declarou o chefe do executivo.
O Lado de Quem Mora: Clamor por Silêncio
Para muitos moradores, especialmente os que residem próximos
a polos gastronômicos e áreas de lazer, a medida é vista como uma vitória. A
principal reclamação da categoria é o excesso de ruído e a desordem urbana
durante as madrugadas, o que afeta a qualidade de vida e o descanso de quem
precisa trabalhar cedo.
O Lado de Quem Trabalha: Medo de Prejuízos
Por outro lado, o setor de entretenimento e gastronomia
demonstra preocupação. Proprietários de bares, músicos, garçons e seguranças
temem que restrições de horários e novas exigências burocráticas possam reduzir
o faturamento e causar demissões. Para esse grupo, a "organização"
precisa vir acompanhada de incentivos para que a economia noturna não
enfraqueça diante de cidades vizinhas.
O Desafio do Equilíbrio
O grande desafio da administração pública será aplicar o
decreto garantindo que o turismo continue forte, sem sufocar o empreendedorismo
local, mas mantendo a ordem e o respeito ao direito de vizinhança.
OPINIÃO DO LEITOR: O QUE VOCÊ ACHA?
O Rio das Ostras Jornal quer saber a sua opinião.
Você acredita que o novo decreto vai melhorar a cidade ou vai prejudicar o
comércio e o turismo?
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