Quadrilha usava drones e filmadoras para observar entrada de veículos blindados e incursão das forças de seguranças pelas vielas.
Para garantir a segurança dos chefes
do tráfico, os criminosos do Comando Vermelho instalaram câmeras em diversos
pontos dos complexos da Penha e do Alemão e assim monitorar a presença de
policiais nas comunidades. Criminosos que atuam nos dois complexos foram
alvos da megaoperação das polícias Civil e Militar esta semana.
Os equipamentos foram instalados
pelo grupo em postes para evitar que os traficantes fossem surpreendidos por
ações policiais.
A instalação de câmeras já é tão
comum para o Comando Vermelho que até as novas conquistas da facção como a
Gardênia, na Zona Sudoeste da cidade, já possuem o monitoramento.
Algumas câmeras eram controladas
por Juan Breno Ramos, conhecido como BMW, um dos chefes da facção na região. É
ele que, segundo as investigações, aparece
em uma filmagem dando treino de tiros a novos integrantes do CV.
Algumas das câmeras têm, segundo as investigações da Delegacia de Repressão à Entorpecentes (DRE), da Polícia Civil do Rio de Janeiro, sensor de movimentação.
Tudo para garantir a segurança
de Edgar
Alves de Andrade, o Doca, maior chefe em liberdade do Comando Vermelho.
O criminoso fugiu ao cerco das forças de segurança na megaoperação
de terça-feira (28).
De acordo com os investigadores, alguns dos movimentos da polícia também são acompanhados pelos traficantes por drones que sobrevoam a comunidade durante o dia e à noite.
Assim, os criminosos sabem e
acompanham todos os movimentos em torno dos complexos de favelas.
Além do monitoramento, os traficantes usam os drones ainda para ataque aos policiais como aconteceu durante a incursão policial de terça-feira. Na ocasião, bombas foram lançadas contra as equipes de policiais civis e militares na chegada à comunidade.
Por g1 Rio e TV Globo




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