Presidente francês Emmanuel Macron discursa durante a Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados, na sede das Nações Unidas (ONU) em Nova York, Nova York, EUA. EFE/EPA/LEV RADIN
Na ONU, Macron declarou que
decisão é para favorecer a ‘paz entre o povo israelense e o povo palestino’ e
que vai continuar a luta ‘existencial contra o antissemitismo’
A França reconheceu
nesta segunda-feira (22) nas Nações Unidas o Estado da
Palestina. “A França reconhece hoje o Estado da Palestina” para
favorecer a “paz entre o povo israelense e o povo palestino”, disse Emmanuel
Macron, presidente francês, assegurando que continuará a luta
“existencial contra o antissemitismo”. “Chegou o momento da paz”, afirmou
Macron na sede da ONU em Nova York, durante uma conferência sobre a “solução de
dois Estados”, afirmando ser, assim, “fiel ao compromisso histórico” da França
“no Oriente Médio”.
“Recai sobre nós uma
responsabilidade histórica. Devemos fazer tudo o que for possível para
preservar a própria possibilidade de uma solução de dois Estados, Israel e
Palestina, vivendo lado a lado em paz e segurança”, acrescentou. Com a decisão,
a afirmou que a abertura de uma embaixada da França no Estado da Palestina à
libertação de todos os reféns israelenses mantidos em Gaza e a um cessar-fogo
no território. “Eu poderia decidir abrir uma embaixada no Estado da Palestina assim
que todos os reféns mantidos em Gaza sejam libertados e seja declarado um
cessar-fogo”, disse Macron em uma reunião da ONU em Nova York.
JP

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