Um homem de 61 anos morreu após ser puxado violentamente por uma máquina de ressonância magnética em uma clínica de Nova York, nos Estados Unidos. Segundo a polícia e relatos da esposa, Keith McAllister usava uma corrente metálica de cerca de 9 kg no pescoço — acessório comum em treinos de musculação — quando entrou na sala durante o funcionamento do equipamento, cuja força magnética o atraiu.
O caso aconteceu na última
quarta-feira (17), no centro Nassau Open MRI, em Long Island. McAllister chegou
a ser socorrido, mas morreu no dia seguinte, quinta-feira (18), informou o
Departamento de Polícia do Condado de Nassau. A identidade da vítima só foi
confirmada publicamente pela esposa, Adrienne Jones-McAllister.
Em entrevista à emissora News 12
Long Island, Adrienne contou que estava passando por um exame no joelho e pediu
ao técnico que chamasse o marido para ajudá-la a sair da maca. Segundo ela,
Keith entrou na sala ainda usando a corrente de treino, um item sobre o qual o
casal já havia feito comentários descontraídos em outra visita à clínica.
“Assim que ele se aproximou de
mim, a máquina o girou e o puxou. Ele bateu com tudo no aparelho”, contou,
emocionada. “Gritei: ‘Desliga essa máquina, chama o socorro, faz alguma coisa,
desliga isso agora!’”, relembrou, em meio às lágrimas. “Ele ficou mole nos meus
braços.”
A força de atração das máquinas
de ressonância magnética pode ser extremamente perigosa quando objetos metálicos
entram no campo magnético. Apesar de protocolos de segurança exigirem que
pacientes e acompanhantes removam qualquer item de metal antes de se aproximar
do equipamento, ainda não se sabe se houve falha de procedimento por parte da
equipe.
A investigação do caso segue em
andamento. Até o último sábado (20), as autoridades não haviam se manifestado
oficialmente sobre eventuais responsabilidades do centro médico.
Gazeta Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!