7/22/2024

1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé, nega o pedido do Maurício BM de suspender a cobrança de esgoto em Rio das Ostras

Foto: Divulgação

Maurício BM foi o único vereador a entrar com um pedido de suspensão da cobrança da taxa de esgoto em Rio das Ostras junto ao MPRJ

A promotoria de justiça, nesta terça-feira, dia 16, analisando os fatos contidos no pedido protocolado junto ao MPRJ, pelo vereador Maurício BM, referente a questão da taxa de esgoto em Rio das Ostras, onde se destaca os desafios enfrentados pelas autoridades locais e cidadãos no equilíbrio entre a necessidade de financiar infraestrutura de saneamento e o impacto econômico sobre os residentes, negou prosseguimento ao pedido.

A questão da taxa de esgoto em Rio das Ostras, que tem gerado debates intensos, é um exemplo da complexidade das políticas de saneamento e da busca por equidade na prestação de serviços públicos. A Lei 1370/09, que estabelece a cobrança da taxa, reflete a necessidade de financiar a infraestrutura essencial para o tratamento de esgoto, enquanto a Tarifa Social de Água e Esgoto, introduzida pela Lei Federal Nº 14.898, mostra uma preocupação com a acessibilidade financeira desses serviços para as famílias de baixa renda.

A decisão do Ministério Público de manter a taxa, apesar das contestações, indica que o contrato estabelecido com a empresa Rio Mais Saneamento está em conformidade com a legislação vigente. No entanto, a insatisfação popular sugere que, além da legalidade, é importante considerar o impacto econômico sobre os cidadãos e a eficácia dos serviços prestados.

CASO PARECIDO - O caso de Goiânia, onde a taxa de esgoto foi suspensa devido a alegações de ineficiência, ressalta a necessidade de transparência e responsabilidade na gestão dos serviços de saneamento. Esse precedente pode inspirar outras cidades a reavaliarem suas políticas e a buscarem soluções que equilibrem a sustentabilidade financeira dos serviços com a justiça social.

A situação em Rio das Ostras destaca o dilema enfrentado por muitas cidades brasileiras: como financiar adequadamente a infraestrutura de saneamento sem sobrecarregar economicamente os cidadãos. A resposta a essa questão é crucial para o desenvolvimento sustentável e a saúde pública, e requer um diálogo contínuo entre autoridades, prestadores de serviços e a população. É essencial que todas as partes interessadas trabalhem juntas para encontrar um equilíbrio que promova tanto a eficiência dos serviços quanto a equidade no acesso a eles.

Por: Debate24h


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!