Nesta terça-feira (30), o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) rejeitou o pedido de prisão preventiva contra o empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, de 24 anos, envolvido no acidente com um Porsche que deixou um motorista de aplicativo morto na Zona Leste da capital.
Esse foi o terceiro pedido de
prisão feito pela Polícia Civil de São Paulo negado pela Justiça.
Apesar disso, o juiz da 1ª Vara
do Júri, Roberto Zanichelli Cintra, aceitou a denúncia do Ministério Público e
tornou Sastre réu por homicídio doloso qualificado e lesão
corporal gravíssima, ambos na modalidade por dolo eventual, que é,
respectivamente, assumir o risco de matar e ferir.
De acordo com o magistrado, o
pedido de prisão preventiva foi negado porque não estava amparado por provas e
se baseava por “presunções e temores abstratos”.
Com essa decisão, Fernando
Sastre de Andrade Filho responderá aos crimes em liberdade. Caberá ao
magistrado marcar futuramente uma audiência de instrução para ouvir as testemunhas
do caso e interrogar o acusado.
Depois dessa etapa do processo, o
juiz poderá pronunciar o réu, ou seja, submetê-lo a júri popular para ser
julgado.
Se for condenado, a pena de Fernando
Sastre de Andrade Filho poderá chegar a mais de 20 anos de prisão.
O entendimento da investigação e
do MP é de Fernando assumiu o risco de matar o motorista de
aplicativo Ornaldo da Silva Viana e de ferir gravemente o estudante
de medicina Marcus Vinicius Machado Rocha, seu amigo.
De acordo com a acusação, o
empresário dirigiu em alta velocidade, de acordo com a perícia, e
embriagado, pelo relato de testemunhas.
Gazeta Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pelo seu comentario.
Fique sempre ligado do que acontece em nossa cidade!