5/31/2024

Cabo Frio vai inaugurar Escritório Social para pessoas saídas do sistema prisional

Iniciativa chega ao município por meio de uma parceria entre o Poder







Judiciário e a Prefeitura















































Cabo Frio está na rota para







inaugurar a 62ª (sexagésima segunda) unidade do Escritório Social do país, e a







5ª (quinta) do Estado do Rio. A iniciativa é do Poder Judiciário, por meio do







Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com a Prefeitura Municipal e o







Tribunal de Justiça do Estado Rio de Janeiro (TJRJ), e tem por objetivo o







atendimento qualificado e a ressocialização de pessoas saídas do sistema







prisional. A inauguração acontece na quinta (06), às 14h, na Rua Zilá Leite, n°







40 A (antiga Rua Índia), no bairro Jardim Flamboyant.































Assim como as demais unidades do







país, o Escritório Social de Cabo Frio é gratuito e vai funcionar de segunda a







sexta, das 8h às 17h, com oferta de diversos serviços como orientação jurídica,







atendimento a familiares, acesso à documentação, atendimento médico, social e







psicológico, capacitação profissional e encaminhamento para trabalho.































“É com muita alegria que estamos







recebendo uma unidade do Escritório Social em Cabo Frio. Precisamos ampliar o







acesso às políticas públicas para todos, e o trabalho que será desenvolvido por







este equipamento será fundamental no resgate à cidadania dessas pessoas”, afirmou







a prefeita de Cabo Frio, Magdala Furtado.































O Escritório Social é uma







política pública do CNJ que integra o programa Fazendo Justiça. É desenvolvido







em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a







Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e o Tribunal de Justiça do







Rio de Janeiro (TJRJ).































“Os Escritórios Sociais







desempenham um papel fundamental na retomada da vida fora do cárcere e na







promoção da cidadania. Ao oferecer o suporte necessário para que pessoas







egressas do sistema penal possam ter acesso às políticas públicas, esses







equipamentos contribuem não só com a diminuição da reincidência criminal, mas







também fortalecem o tecido social, promovendo a inclusão e tornando nossa







sociedade mais justa e segura para todos”, afirma Luís Lanfredi, coordenador do







Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema







de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do Conselho Nacional de Justiça







(CNJ).































Escritórios Sociais































De acordo com o CNJ, desde 2018







os Escritórios Sociais formam uma rede nacional de serviços especializados para







pessoas egressas do sistema prisional. Ao todo, são 61 unidades espalhadas em







21 estados da federação.































Até o momento, entre as demandas







mais atendidas estão aquelas relacionadas ao acesso a programas de alimentação







e renda, serviços de abrigo, moradia, saúde e assistência jurídica.





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