“No Rio, a violência é um problema a ser enfrentado por toda a sociedade. E os policiais militares, por estarem na linha de frente, são peça fundamental nesse combate. O Estado do Rio de Janeiro está acuado em seu próprio território, com medo de um poder paralelo que vem se agigantando ao longo dos anos e vem dominando territórios que deveriam estar sob controle do Estado. O resultado desta guerra é o crescimento assustador de assassinatos de policiais, que acabam como reféns do aparelhamento do tráfico nas comunidades fluminenses”, declarou Átila.
O valor da recompensa será regulamentado pelo Executivo e poderá ser custeado pelos fundos de Investimentos e Ações de Segurança Público e Desenvolvimento Social (FISED) e de Segurança Pública (FUSPRJ).
Direito à recompensa
Para ter direito à recompensa somente será considerada a informação
primordial para a prisão, não se considerando informações vagas e imprecisas,
ainda que eventualmente conduzam à prisão mediante a continuidade da
investigação policial.
O direito à recompensa acontecerá após a apuração dos fatos pela
autoridade policial e judiciária que impute ao preso a culpa pelo delito
apontado de forma definitiva, ficando a recompensa suspensa enquanto pendente
esta apuração.

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