Entre as pastas extintas estão
Ciência e Tecnologia, Educação, Trabalho e Esporte; ideia é tornar as ações do
Estado mais eficientes
O presidente recém-empossado da
Argentina, Javier
Milei, assinou seu primeiro decreto na Casa Rosada, reduzindo
o número de ministérios de 18 para 9. O objetivo do decreto é racionalizar e
tornar mais eficientes as ações do Estado Nacional, de acordo com o texto. As
pastas extintas são: Educação; Trabalho; Meio Ambiente e Desenvolvimento
Sustentável; Ciência, Tecnologia e Inovação; Cultura; Mulheres, Gênero e
Diversidade; Turismo; Esporte; e Desenvolvimento Territorial e Habitacional.
Permanecerão em funcionamento Segurança, Justiça, Economia, Relações
Exteriores, Interior, Saúde e Defesa. Além disso, foram criados dois novos
ministérios: Capital Humano e Infraestrutura. O Ministério do Capital Humano
terá poderes sobre educação, cultura, relações e condições de trabalho,
seguridade social, segurança alimentar, redução da pobreza, desenvolvimento de
oportunidades iguais e acesso à moradia. Ou seja, a pasta incorporará os
antigos Ministérios do Desenvolvimento Social, Educação, Trabalho, Mulheres e
Cultura.
O antigo Ministério da Ciência e
Tecnologia será absorvido pela Chefia de Gabinete, enquanto o Turismo e o Meio
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável serão incorporados ao Ministério do
Interior. Das quatro Secretarias de Estado, uma delas, a de Assuntos
Estratégicos, passará a reportar da Chefia de Gabinete, enquanto as outras três
terão a posição e a hierarquia de um ministério. O decreto também estabelece
que as dotações orçamentárias, unidades organizacionais, ativos, pessoal e
equipe dos ministérios extintos devem ser transferidos para as secretarias
correspondentes. Apesar da redução no número de ministérios, não está prevista
uma redução significativa de pessoal e itens. A Secretaria de Energia, que
inicialmente seria parte do Ministério da Infraestrutura, permanecerá dentro do
Ministério da Economia, devido a questões burocráticas. Ainda não foi definido
quando ocorrerá a migração dos ministérios para as secretarias correspondentes,
mas estima-se que isso ocorrerá nos próximos meses.
Por: Redação Jovem Pan

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