O grupo islâmico Hamas utilizou o hospital infantil Rantisi, localizado no norte da Faixa de Gaza, para esconder os terroristas responsáveis pelo massacre de 7 de outubro em Israel e para manter alguns dos reféns raptados nesse ataque, conforme informou o exército israelense nesta segunda-feira (13).
As forças israelenses encontraram
provas de que os terroristas do Hamas retornaram ao hospital após o massacre de
7 de outubro.
No porão do hospital, foi descoberto um centro de comando do Hamas com coletes-bomba suicidas, granadas, rifles de assalto AK-47, dispositivos explosivos, lançadores de foguetes antitanque e outras armas, além de computadores e dinheiro.
Também foram encontrados sinais
indicando que o Hamas mantinha reféns no local. A hipótese de que parte dos
reféns estavam na cave do hospital infantil Rantisi está sendo investigada, e
há inteligência que corrobora essa informação.
O local também abrigava um túnel
terrorista construído próximo ao hospital, conforme indicam as evidências
examinadas por robôs militares.

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